Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
MOLDURA Moldura da manhã Fria como o gelo Imerso em mim mesma Cravo a dor de um amor perdido Estrada infinita Cheia de noite sem luz Remoendo os pensamentos mais cruéis Inverno sem cor louco de amor Simplesmente branco como a neve Ilusões passageiras do abismo da poesia Sorte delirante de um poeta Perdido com um grão de areia Decadência em cada verso escrito Sonhos que morrem nos becos das esquinas Nas sarjetas imundas, abandonado à sua pouca sorte.!
No pensador.ai desde