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Frase de Juan Victhor

⁠Por que temer o julgamento? Se hei de morrer no final. É no sufocamento de uma grande caixa que qualquer poder se finda. Tal caixa, consegue ser forte o bastante para suportar o peso dos pisos e da terra, mas fraca o suficiente para não manter o corpo intacto. Hemos de morrer! E quão amarga precisa uma alma, para julgar no dia do sepultamento!? Se porventura julgar, qual poder terá sobre mim? Nenhum; um dia há de está no meu lugar. Serdes ricos, influentes, pobres, frágeis, abatidos psicologicamente, serdes apenas um comum, no fim, chegaremos no mesmo lugar, alguns com um caixão mais bonito que outros, mas do que importa a mais beleza ilusão, se ela não me pode trazer a vida de volta. Hemos de morrer. Isso já não é suficiente? Porque, então, deixar que as palavras alheias antecipem a minha morte!? Em suma, seremos pó do mesmo chão, lama de um grande temporal, mas basta-me de minha alma, essa, sorrirá orgulhosa, chorando a alegria de lhe ter sido fiel até a morte. Que me tirem a vida, mas a alma alegre, não me poderão arrancar.

Juan Victhor

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Juan Victhor

⁠Cinquenta competidores disputavam o primeiro lugar, aliás, cinquenta não. Os que não queriam realmente vencer, ficaram acompanhados no trajeto! mas aquele que atingiu o primeiro lugar, esse ganhou sozinho. Afinal, ganhar também resulta na perda de muita coisa, uma vez que o posi…
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⁠Cinquenta competidores disputavam o primeiro lugar, aliás, cinquenta não. Os que não queriam realmente vencer, ficaram acompanhados no trajeto! mas aquele que atingiu o primeiro lugar, esse ganhou sozinho. Afinal, ganhar também resulta na perda de muita coisa, uma vez que o posicionamento de não seguir a manada, fará com que a mesma ignore a sua existência.

⁠É notável a necessidade que tenho de olhar no fundo dos teus olhos, como quem cuida de uma flor, e deixar que as lágrimas descrevam em atitudes o que sinto. Reconheço que as palavras proferidas pela minha boca, não são capazes de minimizar, as atitudes executadas pela obra das…
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⁠É notável a necessidade que tenho de olhar no fundo dos teus olhos, como quem cuida de uma flor, e deixar que as lágrimas descrevam em atitudes o que sinto. Reconheço que as palavras proferidas pela minha boca, não são capazes de minimizar, as atitudes executadas pela obra das minhas mãos... Mesmo sabendo que sobre elas não havia consciência alguma. Minha vontade é de abraçar-te, nem que seja o nosso último contato... Talvez assim eu encerre a nossa história ou me afunde cada vez mais nesse abismo secreto. Assim com fujo de um raio, me escondo embaixo de uma árvore de você, e sigo escutando dentro de mim trovões, que com tremores me dizem: "volta!".

⁠A INCONSTÂNCIA DO SILÊNCIO Tão próximos e em meio de sentir tão distantes. A oscilação entre amor e ódio, tira o descanso que resta em minha alma.
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⁠A INCONSTÂNCIA DO SILÊNCIO Tão próximos e em meio de sentir tão distantes. A oscilação entre amor e ódio, tira o descanso que resta em minha alma. Te vê assim me dói, pois você também é parte de quem eu sou. O orgulho invadiu tudo, assim, o silêncio se torna como facadas que invadem o meu ser, várias e várias vezes. Minha única esperança é de que você pare, entre as pausas de cada uma. É explícito que não posso fazer nada, e isso me quebra em mil pedaços, ou, talvez eu esteja me reprimindo, como um covarde enquanto o mal zomba. O que me resta é sentar sobre o solo e esperar que tudo mude, no passar da noite pelo dia, mas minha vontade é de sumir sem deixar rastros. Quem sabe assim vocês conheçam o meu silêncio!