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Frase de Gabriel Amorim

A vida é... ⁠A vida é uma folha em branco, um convite silencioso à criação, onde cada amanhecer traz consigo a promessa de uma nova narrativa. É um campo vasto e indomável, onde plantamos nossos anseios com mãos trêmulas, incertas dos frutos que virão. Em suas vastas planícies, colhemos as experiências que nos esculpem: algumas amargas, outras doces como o mel, todas imprescindíveis para a nossa formação. A vida é um eterno ciclo, onde cada fim é prenúncio de um novo começo. Ela se compõe de chegadas que aquecem o coração e de partidas que o fazem doer, mas sempre nos recorda que em cada despedida reside a semente de um reencontro. Nas curvas inesperadas do tempo, descobrimos que as dores, por mais profundas que sejam, têm um propósito, como tempestades que purificam o ar, enquanto as alegrias são dádivas breves e luminosas, que cintilam como estrelas em uma noite escura. Como o vento, a vida é caprichosa. Ora sopra com força, nos lançando para destinos desconhecidos, ora é uma brisa gentil, que nos embala em momentos de quietude. Ela sussurra segredos antigos, lembrando-nos de que o presente, por mais efêmero, é tudo o que realmente possuímos. E assim, navegamos por essa vastidão, somando tudo o que somos e o que aspiramos ser, numa jornada que nos desafia a crescer, a amar sem reservas, a perdoar com sinceridade. Acima de tudo, a vida nos incita a viver com plenitude, mesmo quando as nuvens encobrem o sol, pois é na superação das sombras que descobrimos a verdadeira essência da luz.

Gabriel Amorim

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Pensador.com

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Escorpião Escorpião, fure meus globos Inchaço Globo vermelho Sangra. Vaza. Fecha. Morro. Sangra. Vaza. Fecha. Respiro. Meu corpo se revolta Estou pingando Faça isso parar! Minha glândula salivar Que rebelde, maldita Pare Te imploro Acabe logo com isso …’’.’.’.’.’.’......’.’.’’............... .”....”.’.”.””.”.”..’.’.’.’. Não posso enxergar Anoitece ao meio do dia Acaba-se tudo as quinze horas ………….,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Canso e caio No poço, no fundo Manso morro De roupa, imundo

⁠Num abismo sombrio de desespero, O transtorno de Borderline se abriga, Um mar de melancolia, vazio e austero,
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⁠Num abismo sombrio de desespero, O transtorno de Borderline se abriga, Um mar de melancolia, vazio e austero, O amor e a intensidade numa dança intriga. Na alma, um vendaval de emoções devastadoras, Amor intenso, mas fugaz como a madrugada, A valorização se esvai como sombras fugidias, Enquanto a desvalorização inflama a ferida. A autoestima se esvai em fragmentos dispersos, Como um espelho partido, cacos em agonia, A busca incessante por uma identidade. Mas na melancolia, há um chamado de esperança, Na aceitação e compreensão do sofrimento, A luz tênue brilha na busca da bonança.