Frase de Nivanio J.B.
Quando eu era criança, pensava e agia como criança. Agora que cresci, quem roubou a minha coragem?
No pensador.ai desde
Quando eu era criança, pensava e agia como criança. Agora que cresci, quem roubou a minha coragem?
No pensador.ai desde
O passado não pode ser mudado. Daí a importância de se olhar para trás com os olhos de quem quer seguir em frente.
Dizemos que queremos expandir as nossas mentes e alcançar a verdade, mas na realidade só queremos aproximar a nossa inverdade das fronteiras do real. Procuramos a verdade em vão, assim como o tolo que aspira a um objetivo que não pretende alcançar. Não nos importa a verdade, a m…
Dizemos que queremos expandir as nossas mentes e alcançar a verdade, mas na realidade só queremos aproximar a nossa inverdade das fronteiras do real. Procuramos a verdade em vão, assim como o tolo que aspira a um objetivo que não pretende alcançar. Não nos importa a verdade, a menos que ela seja um reflexo da nossa ilusão. Nós, humanos, precisamos da ilusão.
Tenho grandes sonhos, ao que me dizem: "és pequeno demais para torná-los reais". Eu sei que não sou nada e que metade dos meus sonhos talvez adormeça na minha alma. Mas, o que posso fazer se os sonhos são o que tenho de realmente meu?
Tenho grandes sonhos, ao que me dizem: "és pequeno demais para torná-los reais". Eu sei que não sou nada e que metade dos meus sonhos talvez adormeça na minha alma. Mas, o que posso fazer se os sonhos são o que tenho de realmente meu? Nos tristes caminhos da vida – nos quais tudo me parece tão inatingível quanto a presença distante das estrelas – são os sonhos, ainda que adiados e dilacerados, que me enchem de esperança. Ao sonhar, deixo de ser pequenino e me torno do tamanho do mundo... Me torno do tamanho dos meus sonhos.
MORTE O sono da morte repousa na sombra; esvoaçante, no espírito adentra.
MORTE O sono da morte repousa na sombra; esvoaçante, no espírito adentra. Chama na noite com voz inumana e o brilho da vida na angústia naufraga. Esfacela-se o corpo, traga-se a alma e o homem, por fim, gelado de horror, se cala.