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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Pragmatismo Vital No mais, o estranho é isso, tudo comportamental, sempre tive muita vergonha de mim, não pelas coisas que já feitas, mas nunca gostei de me expor. O ferimento é algo que se cura, cicatrizes sempre vão existir, temos que ser a fruta que não perece no galho, pereceremos até à morte, fazendo aquilo que mais gostamos. A vida passa e bate, bate tanto quanto batia em si mesmo, na batida da batida que bate sem parar e sem ritmo, bate tanto quanto a batida que não bate, mas é sentida. O peito aperta, produtividade cai e agente vê que tudo isso que é em vão, possui mais momentos entristecedores que os próprios momentos oportunistas. Volto a Voltaire, adoro isso, na verdade o filósofo Voltaire, possuía uma concepção de traição, mas para o Estado, e não o estado. Ele dizia que:" Os desconfiados desafiam a traição". Voltaire estava correto, quando a pessoa desconfia, ela não possui clareza, quando não temos clareza, estamos no escuro, e, no escuro, não enxergamos nada. O certo, não desconfie. O medo, a dúvida e a suspeita, convidam à traição. Cuidado com quem te aconselha a tomar cuidado. Hoje, as torturas são chamadas de “procedimento legal”, a traição se chama “realismo”, o oportunismo se chama “pragmatismo”, o imperialismo se chama “globalização” e as vítimas do imperialismo se chamam “países em via de desenvolvimento”. O dicionário também foi assassinado pela organização criminosa do mundo. As palavras já não dizem o que dizem ou não sabemos o que dizem. Ainda que a traição agrade, o traidor é sempre odiado.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.