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Frase de EdsonRicardoPaiva

O rato perguntou pro gato Por que será que o Homem Não suporta conviver comigo Mas atura a vocês, que nos comem? O gato responde pro rato: Por viver meio afastado Creio que o amigo anda um tanto desinformado há homens que também me esconjuram Mas o problema não é só com a gente Eles se odeiam mutuamente O perigo que existe no homem Se esconde atrás do sorriso Que eles simulam, sempre que preciso Sorrisos, que muitas vezes somem Quando atingem o objetivo Pois, depois sorriem só pra si diante do espelho, orgulhosos da própria astúcia e destreza escondidas, atrás das mentiras que juram Imagine você, amigo rato Que o Homem criou um artefato gigante Capaz de derrubar um elefante À muitos metros de distância E rato compadeceu-se de tamanha inocência do gato Pois saiba, amigo gato Que nas minhas andanças Pelos buracos mais profundos Sei que o Homem esconde Em lugares subterrâneos Uma bomba maior que um bonde Capaz de derrubar o Mundo Em pouco menos de um segundo É algo de efeito instantâneo Criado à partir do Urânio E então o gato responde; Inocente é o Homem, que te odeia Se os ratos não desentupissem os encanamentos Não haveria civilização e nem cidades As armadilhas que criam pra você Um dia ainda pode fazer o Homem se prender à própria teia Por não perceber que na verdade Tudo que Deus criou Possui uma utilidade Então o rato pergunta pro gato: E o Homem, serve pra quê?

EdsonRicardoPaiva

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Pensador.com

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Outras frases de EdsonRicardoPaiva

"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível
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"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível Em partes iguais Ponto final Nada mais." Edson Ricardo Paiva.

⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora
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⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora Poesia infinita pra olhares falantes Olha o ar com olhar de ouvinte Um certo manto vem cobrir-me a alma O momento, o instante, o segundo seguinte Um mágico nascer de dia A magia sobrepõe-se à lógica Transcende ao frio caminhar das horas Põe as coisas onde estão Aquece o caminho Navega o mar sem pressa Atravessa bem devagarinho todo o ar que me permeia Se compõe, se sobrepõe, vagueia e aquece Nasce o dia como a prece que agradece a poesia primeira Tem que ver como é bonito Quando o espírito da gente Volta lá na primeira manhã Relembra o quente que era Cada sol que alvorecia e mostrava Toda gota brilhante Cada instante percorria a nova primavera Vivida ou vindoura Cada lágrima chorada Pois a vida é nada, se a gente não chora também Se são elas que douram as lembranças De todas as dores e alegrias Noites bem ou maldormidas Manhãs orvalhadas São as horas da vida e há de sempre faltar Vamos sempre carecer daquele mero instante Irmãos e irmãs, um olhar aos ponteiros Corre o tempo, passa tudo O nada, a saudade, a solidão, um sorriso e a gratidão Nasce o dia na janela, é preciso viver E se a vida é bela ainda Cada um de nós precisa ouvir A voz que tem o coração Só ela pode dizer. Edson Ricardo Paiva.

Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação
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Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação Ou a frase que porventura Lhe vier à cabeça Em mais uma oração Um ponteiro tardio Mostrando que a hora passou Um palco vazio A cortina, há muito fechada A roda gigante da vida girou Teus relógios brilhantes Mostram sempre as mesmas horas Mas os tempos são outros Este mundo está tão diferente Luzes apagadas Não há nada, não há mais ninguém Um dia o relógio desperta É momento de despedida Nesta vida Pra tudo existe a hora certa. Edson Ricardo Paiva

Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro
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Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro Aquele traço profundo Meus passos cada vez mais lentos Quatro ventos Quatro pontos Quatro estações Não sei em qual delas eu desço desde o começo eu desconfiava Que essa estrada Não leva a lugar nenhum Pressinto o quinto dos infernos Resumindo tudo isso Eu meço a distância e concluo a relevância do nada E é nisso Que tudo consiste Sigo mudo e cego Ouvidos ouvindo absurdos A cada dia mais corretos E cada vez menos lerdos Á minha esquerda Jaz a margarida Quase apagada Semi-desenhada na parede Milhões de Céus Bilhões de mundos Eu no chão É quando chego ao ponto Porém este de interrogação Edson Ricardo Paiva