Frase de Herman Bavinck
O perdão dos pecados, isto é, a justificação, não depende do arrependimento, que sempre permanece incompleto, mas repousa na promessa de Deus e se torna nosso somente pela fé.
No pensador.ai desde
O perdão dos pecados, isto é, a justificação, não depende do arrependimento, que sempre permanece incompleto, mas repousa na promessa de Deus e se torna nosso somente pela fé.
No pensador.ai desde
O evangelho é temporário, mas a lei é eterna e é restaurada precisamente através do evangelho. A liberdade da lei consiste, então, não no fato de que o cristão não tem mais nada a ver com a lei, mas está no fato de que a lei exige nada mais do cristão como uma condição de salvaç…
O evangelho é temporário, mas a lei é eterna e é restaurada precisamente através do evangelho. A liberdade da lei consiste, então, não no fato de que o cristão não tem mais nada a ver com a lei, mas está no fato de que a lei exige nada mais do cristão como uma condição de salvação. A lei não pode mais julgar e condená-lo. Em vez disso, ele se delicia na lei de Deus de acordo com o homem interior e anseia por isso dia e noite.
As Escrituras Sagradas advertem primariamente contra qualquer tentativa de confundir Deus com sua criação e cortam toda a incredulidade pela raiz, assim como toda falsa fé e superstição. Deus e o mundo são distintos em essência: separados como Criador e criatura.
O homem primitivo nunca existiu; ele não é nada mais que uma criação poética da imaginação monística.
Quando se preparam mulheres nas mesmas escolas e para os mesmos empregos que os homens, não se leva em conta nem a natureza nem as exigências práticas da mulher. Nesse sentido, contribui-se para a desintegração da sociedade quando, mais tarde, essas mulheres se deparam com uma o…
Quando se preparam mulheres nas mesmas escolas e para os mesmos empregos que os homens, não se leva em conta nem a natureza nem as exigências práticas da mulher. Nesse sentido, contribui-se para a desintegração da sociedade quando, mais tarde, essas mulheres se deparam com uma oportunidade inesperada de se casar ou buscam conciliar o emprego com as tarefas domésticas — o que na maioria dos casos é simplesmente impossível; ou, em nome do emprego, renunciam ao casamento — o que na maioria dos casos entra em conflito com a inclinação do seu coração; ou, como geralmente ocorre, sem arrependimento, abandonam completamente o emprego, juntamente com sua independência e liberdade, e com grande alegria se unem ao marido de sua escolha. Mas, neste último caso, com toda a sua educação, ela não só desperdiçou muito tempo, dinheiro e capacidade de trabalho, como também adquiriu pouca preparação para a enorme tarefa de dona de casa e mãe.