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Frase de Oscar Calixto

A DÁDIVA DE SER ATOR Joguem-se de cabeça em tudo! Quem não pula mesmo, de verdade, Flana sobre o véu da ilusão que saltou. Mas quem salta, sente o vento na cara, Sente o coração bater; Ama, chora, se diverte, ou sente a dor lhe tomar. Nada que é meio, é... Nada que é "feito", existe com a essência de ser. Onde é que estamos fingindo ser, mas não somos? Onde é que pensamos estar, mas não estamos? Onde é que fazemos por fazer, corremos por correr, choramos por chorar ou sorrimos por sorrir? Não importa o que seja, é importante que exista na totalidade. Com todas as células do seu corpo se contorcendo ou pulando de felicidade. O Humano é isso. O resto... É só uma "coisa" inventada. O bom de ser ator é que somos pagos para nos mantermos vivos, pulsantes, pagos para saltarmos do alto de pontes, sem medo de nos estreparmos lá embaixo. E, se morrer, amanhã o ator renasce. E, se ele consegue se divertir de verdade, outros rirão COM ele e não DELE. Aproveitem muito a dádiva de ser coisas que, na vida, jamais vocês seriam. Aproveitem para dizer as verdades que adorariam dizer, mas jamais diriam; para viver o que, na vida, não dá. Aproveitem a oportunidade de viver outros mundos, outras épocas, outras situações, outros dramas, outras piadas, outras vidas, outras vitórias, outras derrotas ou lástimas... O grande segredo é "não fazer nada em cima disso" e apenas se permitir ao salto corajoso e livre. Na certeza de que se você morrer, amanhã, renascerá!

Oscar Calixto

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se os ouvidos tivessem filtros contra a mentira, a humanidade estaria salva pela verdade. Se os olhos pudessem ver além do físico, não se deixaria enganar pela aparência nem pela vaidade. E se a língua pudesse falar um pouco menos do que os ouvidos conseguem ouvir e do que os olhos conseguem enxergar... Talvez pudéssemos ser mais justos, mais humanos. E assim estaríamos salvos da nossa própria iniquidade!

A maior indignidade humana é mostrar o que não é; é vender “gato por lebre”. Por isso, um dia pensei que seria maravilhoso se todos os homens fossem como livros expostos nas prateleiras de uma livraria... E, antes de compra-los, seria possível ler o seu prefácio e até mesmo um po…
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A maior indignidade humana é mostrar o que não é; é vender “gato por lebre”. Por isso, um dia pensei que seria maravilhoso se todos os homens fossem como livros expostos nas prateleiras de uma livraria... E, antes de compra-los, seria possível ler o seu prefácio e até mesmo um pouco do seu conteúdo.