Pular para o conteúdo

Frase de Claudeci Ferreira de Andrade

⁠A PANDEMIA QUE LIBERTA ("Pragas servem para libertar a alma e reconhecer que a cura é Deus." — Carlos Monteiro) Deus enviou dez pragas e destruiu os egípcios para salvar os israelitas do cativeiro. Os conselheiros de Faraó admitiram que as pragas tinham destruído a nação (Êx 10:7). Com a morte do primogênito de cada casa, os egípcios suplicaram a Israel para sair, e assim Israel "emprestou" a riqueza de toda a nação para nunca mais devolvê-la! (Êx 12:35-36)! Em nome da pobreza, em breve, homens escravos dos ricos saquearão suas lojas. Chamamos isso de vingança divina. O justo é aquele que faz justiça! Pois é inexplicável, por isso dignos de pena, quando os prefeitos e governadores em sua maioria não respeitam as ordens do presidente da república. Quantos flagelos faltam ainda para nossa libertação? Porque, não há verdade que nos liberta mais. A sétima pandemia do mundo é o denuncismo (mídias "fake"). Depois das pragas vem o saque. Patrão que gosta de informante é vítima dele! Saiba que o denunciante também se vinga do seu superior, entregando-o ao inimigo, pois está jogando um contra o outro, desviando de si as consequências. E veja que amigo não denuncia amigo! A indústria do denuncismo é muito competente, e não dispensa fofoqueiros inconsequentes. Denunciar é voz fácil na boca do fraco. Na Bíblia, é mexericar. Quando o inapto tenta derrubar os de cima é um pedido cruel de ajuda. "O cachorro de maior nobreza é o cachorro-quente: alimenta a mão de quem o morde." (Laurence J. Peter). Não se pode zelar pelo caráter de um denunciante, ele é uma prova do crime ou o criminoso talvez, E quem o escuta é cúmplice. Parasita não gosta de hospedeiro, somente o come. (Cifa

Claudeci Ferreira de Andrade

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Claudeci Ferreira de Andrade

Como são farristas os irreflexivos, vejo aqui a alegria carnavalesca, sem causa. Como é fácil pintar a religiosidade imposta com fútil brilho dos fogos!