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Frase de Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

Mulher Que direitos são estes que ferem Não só o corpo, mas a alma, Que luta é essa que maltrata Dilacera a coragem, faz crescer o medo? Que culpa tão grande é essa Que faz desejar não viver, É a beleza, o aroma ou o sorriso encantador? Seus cabelos ao vento, não podem servir como chicotes! Um silencio, que fere! Dilacera e maltrata. Mas os olhares tão tristes Com esses dias tão incompreensíveis Não fingem. Existe vida além-mar? Existe esperança além da dor? Existe força aonde só há terror? Tantas perguntas em um corpo tão frágil Capaz de fazer surgir à vida, Mas ainda incapaz De viver com a dor. Não é pela violência sofrida Não é pelo desespero nela contida, Não é pelas marcas que não cicatrizam! É pela alma ferida Pela pureza perdida Pelo corpo que deveria receber Somente o calor E sentir apenas o amor. É o direito de viver De ser feliz, Que alguns ainda não conseguem Se permitir.

Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

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Pensador.com

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Despertar “Depois daquele dia, decidiu que nada mais escreveria para ela, pois se o amor pode lhe ferir ao invés de fazer-lhe sorrir, não poderia demonstrar tais sentimentos por alguém tão frio. Jurou por Deus, que jamais as flores pagariam por tal pecado, hora morno, hora um a…
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Despertar “Depois daquele dia, decidiu que nada mais escreveria para ela, pois se o amor pode lhe ferir ao invés de fazer-lhe sorrir, não poderia demonstrar tais sentimentos por alguém tão frio. Jurou por Deus, que jamais as flores pagariam por tal pecado, hora morno, hora um amor sem laços, desatou a fita que lhe vendava, podendo assim, sentir a verdade. E por vezes a verdade faz arder até mesmo o mais puro sentimento. Com um pouco do que sobrou em seu copo, gole a gole, experimentava os arranhões, ali tão presentes, que insistiam em sair de sua alma, tornando as lágrimas um dia azedas em presente tão doce. Coube distribuir apenas o que restou para o mundo novo, sorriu e sorriu, meio amarelo, de canto e sem graça, como quem diz que depois de palhaço, resta apenas distribuir risadas. Tamanha foi sua sorte, que não poderia imaginar, em sua pequena platéia, mesmo com um espetáculo tão sem graça, alguém admirou seu sofrer.”