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Frase de Jefferson Freitas

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Num mundo celestial, ⁠no Reino da Noite, havia uma jovem princesa, Luara era o seu nome, sentia-se sozinha, tinha perdido seus pais quando ainda era criança, sem idade pra ser rainha e presa naquele tormento ficou, durante anos, isolada alimentando o seu sofrimento a cada dia que passava, entretanto, pra seu alívio, o seu povo, os noturnos, apesar de algumas brigas, era pacífico e vivia como uma grande família formada de trabalhadores dedicados que não viviam reclamando, eram felizes, sabiam ser gratos pela fartura de suas colheitas, pelo o ar que respiravam, por suas crianças poderem brincar ou estudar, enquanto eles trabalhavam, enfim, motivos não lhes faltavam tanto que, a cada uma década, comemoravam o Ano Lunar, num momento raro, quando a Lua daquele lugar emanava um forte Luar, então, escolheram esta linda ocasião pra celebrarem suas vidas e a grande gratidão que sentiam. Aquele dia já estava se aproximando, Luara, agora, com dezoito anos, havia se tornado uma jovem muito bonita, inteligente e reservada, que não era de sair muito, de vez em quando, ia para a varanda do seu quarto pra ler um pouco e apreciar a paisagem e os pássaros que passavam, às vezes, saía pra o jardim do palácio, ficava admirando as belas flores e sentindo seus suaves perfumes, mas não por muito tempo e logo voltava para os seus aposentos. Faltava uma semana pra o grande dia, as casas e ruas já estavam enfeitadas, até a alegria das pessoas parecia que tinha aumentado. Luara, à noite, desceu para o jantar e encontrou dois dos seus empregados que estavam animados conversando "Na casa dos meus pais, já está tudo enfeitado, falta pouco, já é no próximo sábado" "Sim, verdade, minha mãe, apesar da idade avançada, está cheia de entusiasmo e vai preparar seus pratos deliciosos" Boa noite, Olívia e Florêncio, por que estão tão entusiasmados? "Senhorita Luara, boa noite! Estamos falando sobre o Festival que se aproxima." "Festival?", sinceramente, surpresa, havia esquecido, seria o seu segundo, mas tinha apenas oito anos quando teve o último festival, além do mais, seus pais faleceram na semana que o antecedia, só chorava por sua perda. "Isso mesmo, Princesa, o Festival do Ano Lunar, a senhorita não lembra? Um dia muito importante pra nós, noturnos, que comemoramos a cada dez anos." "Ah, lembrei agora, a mamãe falava muito desta data e o quanto significativa para o nosso povo." "É, a Rainha Aurora gostava bastante do Festival, aliás, o Rei Lual também apreciava muito, entretanto, não é de se estranhar que tenha esquecido, quando teve o último, a senhorita era apenas um criança, além do mais, foi próximo daquele momento difícil quando seus pais sofreram aquele trágico acidente. "Eram amantes da natureza tanto que, uma vez por mês, saíam, bem cedo, às escondidas dos guardas, iam de carruagem até um ponto específico, em seguida, faziam caminhada sem se preocuparem com tempo, conheciam os lugares, aproveitavam ao máximo sem perder nenhum detalhe, depois voltavam para o palácio no final da tarde, mas, naquele dia fatídico, foi diferente, na volta, passaram por um desfiladeiro, quando, bruscamente, houve um desmoronamento e várias pedras grandes e pesadas rolaram e caíram sobre eles, os guardas fizeram uma busca árdua à noite até encontrarem a grande pilha de pedras, a carruagem em pedaços, muito sangue e de intacto, apenas o efeito de cabelo da Rainha em formato de Lua minguante, o mesmo que a Princesa usa até hoje. "Sim, Florêncio, talvez, tenha sido por isso mesmo, uma defesa instintiva da minha mente" Seu semblante notoriamente desanimado. "Perdão, Princesa, por ter tocado neste assunto tão delicado." "Está tudo bem, não se preocupe." Sorriu um pouco pra tranquilizá-lo. "Princesa, então, podemos enfeitar o palácio?" "Claro, Olívia, façam isso e avisem aos outros pra ajudarem a deixar tudo muito bonito, meus pais, certamente, iriam gostar" "Está certo, Senhorita Luara, iremos providenciar." Falou sorridente. Ela jantou e depois foi descansar. Faltavam dois dias para a Celebração, Olívia com a ajuda dos outros empregados já tinham enfeitado todo o palácio com lindas cortinas, alguns arranjos, tudo de muito bom gosto. Luara já estava um pouco diferente, aquela conversa com seus empregados havia despertado preciosas lembranças que estavam adormecidas por causa do seu sofrimento, lembrou de como seus pais eram adoráveis, dos momentos felizes que compartilharam, finalmente, havia percebido o quanto que tinha sido abençoada por ter sido amada verdadeiramente e que tinha uma vida inteira pela frente e que já estava mais do que na hora de voltar a viver de verdade. Chegou o grande dia, Luara acordou bem cedo sentindo uma felicidade que há muito tempo não sentia, sua mudança era muito notória, estava sorridente com seus olhos brilhando enquanto observava as pessoas que passavam, as crianças brincando lá fora próximo do palácio, estava contando as horas pra que a noite logo chegasse, pediu a Olívia que separasse um lindo vestido que era da rainha, era azul com algumas estrelas bordadas e uma pequena lua minguante na cintura, então, assim o fez. A noite havia chegado, Luara já estava arrumada, todos do palácio ficaram admirados quando viram descendo as escadas, ela estava deslumbrante com um belo penteado com seu enfeite de lua minguante, um lindo sorriso estampado no rosto, um brilho vivo nos olhos e antes que dissessem alguma coisa, ela disse "Boa noite, estão prontos? Vamos todos juntos" ficaram bastante surpresos e Florêncio respondeu "Não, senhorita Luara, somos apenas os empregados do palácio, já preparamos até a sua carruagem" "Não, Florêncio, isso não é verdade, vocês, praticamente, me criaram e ficaria muito feliz se me acompanhassem", emocionados, aceitaram o convite e seguiram caminhando pra onde os noturnos estavam reunidos. Quando chegaram, ficaram logo encantados, tudo estava muito bonito e enfeitado, pessoas vestidas a caráter, alegres e confraternizando, vários tipos de pratos distribuídos em barracas e mesas na frente das casas, música e danças para todos os lados. Quando aqueles, que estavam a volta perceberam aquela atípica presença , ficaram impactados, alguns disseram "Olhem, é a princesa!" "Sim, é ela, a senhorita Luara!", ficaram bastante felizes, sabiam dos momentos tristes que havia enfrentado e fazia muito tempo que ela não ia até eles, estava crescida, radiante e sorridente, De repente, algumas crianças foram até ela é a puxaram pelas mãos e assim continuou o festival com todos aproveitando, comendo, dando boas risadas, dançando, um momento muito especial. Faltando poucos minutos pra hora tão aguardada, começaram a cantar a canção temática 🎶...Vamos todos celebrar está rara ocasião, chegou o Ano Lunar, nossa luz da gratidão...🎶, Ao terminarem, apagaram todas as luzes e em poucos segundos, finalmente, a luz da Lua foi ficando cada vez mais forte e logo um grande clarão tomou conta daquele lugar, sentiram uma paz muito intensa, um sentimento de conforto e depois abraçaram uns aos outros, naquele exato momento, Luara percebeu que já havia chegado o tempo de assumir o trono honrando os seus pais sendo a Rainha dos Noturnos. Após o festival, passaram algumas semanas e foi feita feita a cerimônia de coroação e todos foram convidados pra aquela ocasião memorável. Seu primeiro ato após assumir o trono, foi pedir que fosse construído um grande farol próximo do palácio e assim foi feito, ele seria aceso todas as noites pra que todos do reino lembrassem de agradecer por cada dia que fosse desfrutado e pra alguns, seria como uma luz de esperança, um sinal de apreço lembrando que todo fim pode ser um recomeço.

Jefferson Freitas

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Pensador.com

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⁠Marca com o teu sorriso cheio de felicidade, que deixa os teus olhos quase fechados, mostrando um espírito engraçado, que ama a liberdade, assim, torna o ambiente divertido, enriquece cada simplicidade, difícil pensar em desânimo quando se estar contigo, rica é a tua singularidade, essência inconfundível.

⁠⁠Despertei no meio da noite após ter sonhado contigo como se tivesse te ouvido chamar meu nome, então, ainda ofegante, olhei em volta, mas não estavas por perto e com isso, minha mente por alguns instantes ficou em conflito. Desse jeito, fica provado que estou rendido aos teus…
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⁠⁠Despertei no meio da noite após ter sonhado contigo como se tivesse te ouvido chamar meu nome, então, ainda ofegante, olhei em volta, mas não estavas por perto e com isso, minha mente por alguns instantes ficou em conflito. Desse jeito, fica provado que estou rendido aos teus traços belos, a tua essência atraente que deixam os meus pensamentos marcados, assim se fazes presente e tenho um pouco do deleite de ter-te linda ao meu lado. Em seguida, decido voltar a dormir na esperança de conseguir sonhar para voltarmos de onde paramos, quando o tempo parece parar enquanto trocamos afetos, amamos incansavelmente até que eu precise acordar.

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⁠⁠Admiro profundamente a capacidade rara de transformar a parte apaixonante da vida em lindas obras de artes, nas suas diversas formas, cores e detalhes, extraindo o melhor que têm para oferecer, destacando a beleza da naturalidade, mais o ser do que o parecer, colocando a sua verdade, a sua percepção de uma maneira lúdica, realista, verdadeira, simples e intensa, alcançando resultados que encantam e inspiram, desmontando a viveza em cada traço, sons, tonalidades, versos ou cantos, trazendo bastante riqueza à expressividade, causando um efeito maravilhoso, adoçando muito ou pelo menos um pouco a realidade, então, tenho certeza de que é dom que provém da bondade e da sabedoria Divinas, as mesmas que permitem que eu dê vida as minhas poesias, sendo um poeta principiante, um tipo de artista que se utiliza das palavras e de algumas linhas, criando textos emocionantes que dispõem de uma certa melodia.

⁠Ao navegarmos no barco da vida, podemos nos deparar com aqueles que são quase sempre tempestades que causam desconfortos, inibem a felicidade, que trazem insegurança, algumas feridas no corpo e na mente, dessarte, presenças muitas vezes desagradáveis. Encontramos também outros…
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⁠Ao navegarmos no barco da vida, podemos nos deparar com aqueles que são quase sempre tempestades que causam desconfortos, inibem a felicidade, que trazem insegurança, algumas feridas no corpo e na mente, dessarte, presenças muitas vezes desagradáveis. Encontramos também outros que normalmente são brisas, benquistos que aparecem acompanhados da preciosa tranquilidade, que instigam a vivermos felizes, a sermos gratos, admirando a riqueza da simplicidade, que nutrem fartamente o nosso entusiasmo em cada detalhe. São marcantes e inevitáveis estes encontros e desencontros com posturas imponentes tão distintas, que causam um certo clima de instabilidade que é capaz de afetar o nosso agir e os nossos ânimos, entretanto, certamente, são necessários de vez em quando. Pondero que é sensato lembrarmos que não somos os únicos a navegar e que todos podemos ter os dois humores, mas é possível tirarmos proveito, aproveitando o máximo da calmaria antes da tempestade e lembrando da suavidade da brisa para enfrentarmos a tempestade.