Pular para o conteúdo

Frase de JoseLuizMak

VOCÊ EM MIM POR: José Luiz Mak. Teu cheiro amadeirado em minhas roupas, o gosto de tua boca em meus lábios, teus fios de cabelos no meu lençol, teu sorriso estampado ao sol, tuas unhas cor suave combinando com o penoar transparente. De fato, ainda há muito de você em mim, há muito de você em meu coração, a tristeza me faz morrer a cada dia, desespero constante de falta de você, tudo soa como uma irrupção em meu coração, um deserto que me assombra, incerteza, dor, insegurança. De fato, ainda há muito de você em mim, apenas um sinal, por mais simples que seja me fará ver o brilho do Sol, um grito calado, dor de quem sofre em silêncio, horas de solidão implorando o que já está implícito e tão visível em seu coração incólume, frio e sem graça dentro deste coração pernóstico. De fato, ainda há muito de você em mim, lágrimas caem sem parar em meu peito ferindo como fogo, escorrem dilapidando o que há de mais bonito de mim. Lembro daquelas tardes, daqueles dias, daquelas noites, sim aquelas noites! De fato, ainda há muito de você em mim. Penso o que há de errado e qual o motivo do caminho das pedras? Passo dias e noites pisando em estilhaços de vidro, em pontas de aço ferindo o minha alma e o meu próprio orgulho. Não quero riqueza e nem luxo, quero você fazendo parte de mim, formando um só coração. De fato, ainda há muito de você em mim, está impregnada como doença que não tem cura, como tinta no papel branco, como uma cicatriz em meu coração, tuas lembranças me incomodam e mesmo que eu quisesse mudar não posso, seria em vão.

JoseLuizMak

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de JoseLuizMak

TEMPO Por: José Luiz Mak. Tempo, palavra que assola os dias, palavra perene em nossas mentes como sementes incrustadas que nos faz acreditar que tudo passa; tempo, quase que nunca temos, que nunca observamos; tempo, implícito nos mais antigos, não revelador; ou sim; tempo, que…
Continuar lendo

TEMPO Por: José Luiz Mak. Tempo, palavra que assola os dias, palavra perene em nossas mentes como sementes incrustadas que nos faz acreditar que tudo passa; tempo, quase que nunca temos, que nunca observamos; tempo, implícito nos mais antigos, não revelador; ou sim; tempo, que podíamos aprender, amadurecer, mas que não o fizemos por falta de tempo; tempo que nos faz crescer; tempo, vivido e não dilapidado; ou talvez sim; tempo, de convivências, experiências e decepções; tempo, de multiplicar e deixar incólume ao próprio tempo; tempo, que as vezes nos deixa petiz e tão tênue a ponto de ficarmos inócuos ao seu próprio saber; tempo, que cresce e aumenta e nos faz suscitar esperanças de um tempo melhor; tempo, regado de trabalho, sonhos e realizações; tempo, que queima ígneo no pulsar dos dias; tempo, que nos deixa plissado e com marcas na pele; tempo, ardiloso por vê-lo passar como se fosse não querer; tempo, que arranca lembranças as vezes belas; ou não; tempo, de um passado que nos pede refúgio para não passar o próprio tempo; tempo, para amar, colher e desfrutar; tempo, tempo, tempo, já estou quase sem tempo.

MULHER Por: José Luiz Mak. Delicado ser que ilumina nossos dias, nos fazem mudar o mundo, entregar os pontos; Perfume que invade a mente e espalha pelo corpo, perene ao sabor dos lábios; Corpo que nos causa alarido e nos transforma em amantes eternos; Brilho intenso, ofusca olh…
Continuar lendo

MULHER Por: José Luiz Mak. Delicado ser que ilumina nossos dias, nos fazem mudar o mundo, entregar os pontos; Perfume que invade a mente e espalha pelo corpo, perene ao sabor dos lábios; Corpo que nos causa alarido e nos transforma em amantes eternos; Brilho intenso, ofusca olhares causando até balburdia entre os homens; Dias de fúria, dias de choro, dias de alegria, dias de mãe; Mente que sente, mente que guarda, sonhos frustrados, sonhos impossíveis, mesmo assim continuam sendo Mulher; Ama o filho, ama a todos, ama simplesmente por amar; Guarda em seu ventre o segredo que dá a vida, e em teu seio o leite que a alimenta; Noites em claro, dias apreensivos, saudades infinitas, contando em seu leito todos os segundos de um tempo que não tem mais fim; Ser tão indispensável quanto a água cristalina que mata a sede; São brilhantes no que fazem; Olhares no futuro, olhares desconfiados e ao mesmo tempo crentes na verdade; Mulher que não consegue esconder o que sente, amantes cheias de vida; Poucos que percebem que a alma da Mulher é sensível, reflete sobre as coisas mais do que outras pessoas, se preocupa com o que os outros estão sentindo, chora com facilidade, às vezes lhe falta um pedaço, está por um fio, partida em cacos, tão forte e tão frágil, Mulher criada para ser única, para encantar, para ser infinita, Mulher criada para ser Mulher.

MÃE " II " POR: José Luiz Mak. Maio mes com ¨M¨ de Mães, ¨M¨ de Maria Mãe de Jesus, mes suave como a pluma, onde todas as pessoas ficam Mais sensíveis, Mais românticas e Mais Saudosas. Os sentimentos afloram, saudades dos que já não tem mais, orgulho de quem a ama e pode exibi-…
Continuar lendo

MÃE " II " POR: José Luiz Mak. Maio mes com ¨M¨ de Mães, ¨M¨ de Maria Mãe de Jesus, mes suave como a pluma, onde todas as pessoas ficam Mais sensíveis, Mais românticas e Mais Saudosas. Os sentimentos afloram, saudades dos que já não tem mais, orgulho de quem a ama e pode exibi-la; Mãe, palavra fácil de pronunciar, pequenina e tão gigante, palavra que nos faz sorrir, que nos faz aprender; um Amor Natural, Sincero e Eterno; é a razão e o motivo de Felicidade; é saber que todos os dias está orando por mim; Mãe, estar em teus braços, ganhar teus beijos, é tudo em nossas vidas; Mãe tranforma lágrimas em sorrisos, ama mais que é amada, é melodia, é música que alegra a vida; é reverenciada em todo o planeta, é aclamada a cada gesto, a cada palavra; Mãe, és a maior obra de Deus, um cristal inquebrável, é a mais perfumada de todas as flores, a mais alegre de todas as manhãs, mais guerreira que um cavaleiro, és o arco iris que risca a vida, és o elo eterno, és a mão de Deus em meu coração, Mãe, és eterna.

TALVEZ POR: José Luiz Mak. Eu já fui tão longe que não pude voltar, já fui depressa demais, envolvido e entusiasmado, vivi dias por semanas e meses por anos, ganhei, perdi tão estupidamente que não percebi qual era o melhor e qual o pior. Sonhei o que não pude alcançar e alcanc…
Continuar lendo

TALVEZ POR: José Luiz Mak. Eu já fui tão longe que não pude voltar, já fui depressa demais, envolvido e entusiasmado, vivi dias por semanas e meses por anos, ganhei, perdi tão estupidamente que não percebi qual era o melhor e qual o pior. Sonhei o que não pude alcançar e alcancei o que não deveria, me entristeci, chorei, gritei, quase desisti, cheguei ao fundo do poço, amarguras, mal tratos, humilhações; não vivi achando que teria vivido, destruí amigos, amores e o meu próprio brilho, foi tudo válido?! Talvez!? experiências ruins, muito tristes e decepcionantes, contestei a Deus, a vida e a mim mesmo, me julguei, me pus na obscuridade, acabou?! Talvez!? mudei de vida, de cidade, de atitudes, fiz novos amigos e novas promessas, cresci na estatura, cresci na puberdade e na maturidade, cresci na mente e na dignidade, ganhei da vida o que eu nunca poderia ter imaginado, ou, sonhado e que nunca poderia alcançar depois de ter perdido quase todas as esperanças, priorizei algumas coisas, abandonei os vícios e os velhos costumes, levantei o mento, me renovei, ouvi os mais velhos e mais experientes, absorvi tudo e qualquer benefício para minha vida e meu caráter, acolhi, ensinei, ajudei, emprestei, até mesmo doei o meu próprio ego, renasci novamente para a vida, perdoei a minha própria alma, fiz o possível e o impossível, acreditei, apostei meus dias e minhas noites, no final das contas valeu?! Talvez!?