Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
ERGÁSTULO Ergástulo sombra, desta escura vida Uma prisão solitária, onde nada mais Posso, fazer se não chorar, chorar e Nas lágrimas vertidas peço o perdão De todos aqueles que em vida, não pude Mas que também nunca quis, quis amar Ó rude este caminho de fragas no monte Que levam as águas turbulentas para o mar Calabouço na alma presa entre as grades Liberdade mortal para um pobre imortal Rasga a carne entre os grilhões de mudos Dentes, almas presas, abandonada prisão Masmorra fria, labirinto perdido de sombras Carcereiro de rosto atroz, silêncios solitários Aprisionando amordaçado de correntes no chão Cárcere de amargura, chave na imensa solidão
No pensador.ai desde