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Frase de Letícia Murta

E agora que aceitei o fato de não poder me definir, me sinto mais tranquila. Ou melhor, agora que não me interessa mais definir meus rótulos, posso seguir simplesmente sendo. A única razão pela qual perdemos tempo em busca de uma definição de quem somos é mostrar ao mundo que somos alguém. Pronto. Não sou ninguém! A mim já não interessa mais ser alguém que possa ser exibido. Deixo à platéia de meu grande espetáculo o direito de me carimbarem como quiserem. Permito que seja dito que sou assim, ou de algum outro jeito qualquer. Julguem-me até o delírio. Que alívio! Dessa forma posso viver como realmente me interessa. Quero ser atemporal, incoerente, passional e, por vezes, até irracional. Faz me bem viver na transitoriedade das características humanas.

Letícia Murta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quero inventar uma história verdadeira.
Solta Sou como uma palavra, que sozinha pode dizer tudo ou nada, mas que não cabe em qualquer verso. Meu som ecoa por onde passo, mas não pode ser capturado. Cada momento deve ser vivenciado como único, pois não garanto que voltará a acontecer. Quero a beleza da liberdade, de ir…
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Solta Sou como uma palavra, que sozinha pode dizer tudo ou nada, mas que não cabe em qualquer verso. Meu som ecoa por onde passo, mas não pode ser capturado. Cada momento deve ser vivenciado como único, pois não garanto que voltará a acontecer. Quero a beleza da liberdade, de ir como e onde meu desejo me levar. Não permito que me rotulem, pois não caibo em qualquer recipiente. Sou leve, solta e preciso volitar entre pensamentos e filosofias, sem me fixar a nenhum deles. Sou todas e não sou nenhuma. Sou aquilo que vê agora, sou o instante. Sou a pluma que brinca com o vento e perde toda sua vida ao ser capturada. Fidelidade só tenho com os meus ideais, que podem variar de acordo com as tão diversas situações da vida.