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Frase de Paula Fernandes e Sousa

Sabes-me tão bem Os teus beijos sabem-me a doçura e os teus abraços a confiança. As tuas palavras são a trilha de uma estrada onde avançamos juntos, de mãos dadas e a sorrir. Tens um olhar que me ilumina na escuridão e um sorriso que me faz esquecer o mundo e viver para ti. No teu toque sinto a seda pura, leve e brilhante que me faz tremer, não por ter valor mas porque é bela, é única e feita por uma grande obra da humanidade, tal como tu. O teu jeito de andar é incomparável, reconheço-o ao fundo de tudo, no meio de todos. Reconheço o teu corpo em qualquer multidão, identifico a tua voz entre tantas outras. Asseguro-me que são as tuas mãos que tocam nas minhas, mesmo de olhos fechados e distingo o teu cheiro entre o meu, quando se entranha na minha roupa. Não és melhor, nem pior, nem maior, nem mais grandioso… és uma mistura de imensas qualidades que te definem e de defeitos que te respeito. És apenas tu, o homem que amo, a força que me levanta e a corda inquebrável que nos liga aos dois num simples sentimento que nos é comum. Não interessa o passado nem o futuro. Somos um presente… somos só nos dois.

Paula Fernandes e Sousa

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Pensador.com

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Outras frases de Paula Fernandes e Sousa

Gosto de perceber que cresci. Percebo actualmente, que os últimos dois anos mudaram a minha vida e, principalmente mudaram-me a mim enquanto ser individual. Talvez tenha sido o trabalho, a família, os acontecimentos ou simplesmente as pessoas que se cruzaram no meu caminho e que,…
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Gosto de perceber que cresci. Percebo actualmente, que os últimos dois anos mudaram a minha vida e, principalmente mudaram-me a mim enquanto ser individual. Talvez tenha sido o trabalho, a família, os acontecimentos ou simplesmente as pessoas que se cruzaram no meu caminho e que, irremediavelmente, foram deixando cunhos impossíveis de apagar. Umas pela positiva e tantas outras pela negativa. Todas essas figuras tiveram uma função fundamental no aspecto como afronto o mundo, na maneira como olho os meus semelhantes ou as situações próprias. Os amigos, esses são os de sempre, os imprescindíveis. A família em nada muda, nas horas boas e nas más acompanham-me e nunca me deixam cair. Os acontecimentos, esses fizeram-me crescer, amadurecer, encarar a vida como um trilho com obstáculos que cada um ultrapassa ao seu melhor género, no ritmo que deseja e com a força que possui. Agora as pessoas… essas sim, difíceis de perceber, talvez o maior óbice de ultrapassar. Tantas mentiras, falsificações de boas índoles e sentimentos autênticos, também felicidade e deleite de reconhecer o real sentido da amizade. Nunca estamos inabaláveis quando conduzimos alguém para um universo que é próprio. Jamais podemos ter a convicção absoluta que elegemos um sujeito genuíno para declarar silêncio do espírito, para contar histórias da nossa existência, para repartir sentimentos. Por vezes, com buena-dicha e alguma reciprocidade, atingimos o ponto exacto e adquirimos aliados para a vida. Em outras descobrimo-nos frustrados, abatemo-nos num alvéolo sem desfecho e mortificamos o denodo por um ser benquisto, mas disperso para a eternidade. Estes dois anos envelhecidos, mas não antigos, que com tanto grado rememoro, onde faço analogias absurdas entre o antes e o depois. Estes anos esplêndidos que inovaram a minha individualidade, que reformularam a minha alma e a minha retrospectiva do mundo. Estes foram anos de combate, flagelo, êxito, memórias inesquecíveis, pessoas que falsearam, que me amaram, que choraram comigo, que partilharam fábulas imaginárias e que me fizeram feliz e infeliz mas que… obrigada, fizeram-me engrandecer! Agora, por fim, encontrei o fragmento da mestria, a chave que desfechou o meu carácter e que acalenta o meu ser. Sempre me senti com a sensibilidade de dever cumprido, mas ele faz-me ter a certeza e, próxima dele sou admiravelmente feliz. Actualmente não necessito de mais nada para ser afortunada. Sou eu, ele, os meus amigos e a minha família, o meu desporto e o meu trabalho. Juntos fazemos um só na idealização da minha existência exemplar. Obrigada meu amor por me amares, por fazeres da nossa ligação uma função tão prazerosa e, ao mesmo tempo, tão enigmática. Que muitos mais pares de anos se passem igualmente. No equilíbrio do bom e do mau que ainda tento descobrir em mim.

Eu sou o que penso, sou o que sou e o que quero ser. Sou família, sou filha, sou irmã e namorada. Eu sou o tudo. Eu sou o nada.
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Eu sou o que penso, sou o que sou e o que quero ser. Sou família, sou filha, sou irmã e namorada. Eu sou o tudo. Eu sou o nada. Sou a sorte do que tenho e do que possuo. O azar do que a vida não me trouxe e eu desejei. Sou um verme que um dia quis ser astro e tão depressa se tornou estrela. Sou mais uma pecadora, com tamanha fé. Sou um mundo de maldades e um paraíso de boas acções. Sou um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas. Sou o meu reflexo num canto de paisagem, ou numa miragem, onde tu não podes ver. Sou a alegria de quem me ama, a tristeza de quem me odeia e a ocupação de quem me inveja. Sou uma folha em branco, ou um caderno completo. Sou os livros que li e os textos que já te escrevi. Sou os momentos que passei e os que ainda quero passar, eu sou os brinquedos com que brinquei, e os amigos que conquistei. As fábulas em que acreditei e os jogos que inventei. Sou o amor que dei, o que dou e o que continuarei a dar. Sou os amores que tive, as viagens que fiz e as que quero fazer. Sou todos os desportos que pratiquei, e aquele em que sempre continuarei por ser mais que lazer, é prazer. Sou a minha disciplina preferida, a minha comida predilecta, sou o cheiro que me seduz, a cor que me apaixona, a bebida que me refresca. Essa sou eu...eu mesma, será que vais entender? Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objectivos alcançados. Eu sou o meu interior, mas também o meu exterior. Sou um conjunto de factores que tu não podes entender. Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro. Eu sou os meus actos. Sou o perfeito, mas também sou o imperfeito. Sou o contraste e a contradição. Sou a complexidade do mundo. SOU O QUE NINGUEM VÊ.