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Outras frases de Patrícia de Oliveira Lima

A duvida que promove, é a mesma que mata o sentimento. Às vezes é preciso abrir mão do que se quer, para que possamos alcançar a felicidade. E embora o coração deseje demais que seja diferente, algumas coisas simplesmente são como elas são, e ninguém, e nenhum sentimento vai fa…
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A duvida que promove, é a mesma que mata o sentimento. Às vezes é preciso abrir mão do que se quer, para que possamos alcançar a felicidade. E embora o coração deseje demais que seja diferente, algumas coisas simplesmente são como elas são, e ninguém, e nenhum sentimento vai fazer isto mudar. Saber sentir, está a palavra ordem do momento. E por mais que eu tente segurar, as lágrimas não deixam de rolar, pensando em tudo que sonhei ao teu lado, musicas que sonhei escutar em nossa cerimônia, os filhos que desejei ter, os passeios que planejamos um ao lado do outro. Coisas que você nunca vai sentir, nunca vai saber como é.... Hoje tenho vontade de seguir sem você, de deixar a dor enquanto ela tiver que permanecer , e depois ela ir embora, devagar, cicatrizando e me preparando pra o novo, até o dia que eu olhe para o passado e veja que você me ajudou sim, que você me fez crescer, de uma maneira dolorosa, mas me ensinou a dar valor somente em quem merece ser valorizado. Ah seu jeito de amar, às vezes tenho saudade, do toque , do beijo.....mas às vezes não tenho mais....

Empresta-me algumas palavras, podem ser sem sentido, soltas, sem frases montadas , não as quero para tocar, quero cada uma delas, para esquecer. Empresta- me algumas frases de verão, coisas de areia de praia, , sem memória,sem futuro. Empresta-me algumas idas e vindas. Empresta-m…
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Empresta-me algumas palavras, podem ser sem sentido, soltas, sem frases montadas , não as quero para tocar, quero cada uma delas, para esquecer. Empresta- me algumas frases de verão, coisas de areia de praia, , sem memória,sem futuro. Empresta-me algumas idas e vindas. Empresta-me retorno ao quarto ,onde os pensamentos e sentimentos repousam para o regresso . Empresta- me a saudade que não veio me visitar, e eu lhe em presto meus versos , meus meios risos, meus muitos ruídos.

Foi difícil dormir ao seu lado pela última vez, poemas perambulavam pela minha cabeça, como borboletas que acabaram de sair de um casulo, e desesperadas sobrevoam, o que elas chamariam, de o mais lindo jardim. Palavras de amor, gratidão, paz e sofrimento, misturadas, como um café…
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Foi difícil dormir ao seu lado pela última vez, poemas perambulavam pela minha cabeça, como borboletas que acabaram de sair de um casulo, e desesperadas sobrevoam, o que elas chamariam, de o mais lindo jardim. Palavras de amor, gratidão, paz e sofrimento, misturadas, como um café sem açucar, bom mas amargo para engolir. E foi pensando em tudo, que cheguei à conclusão nenhuma, não entendendo direito se esta liberdade que queremos nos afasta, nos liberta ou nos une. Frases como sonhos não conclusos se desfazem, como nuvens que não fazem chuva, me fez chorar ao teu lado, e sem você perceber, fui embora....indo assim, devagar, dia a dia, deixando um pedaço de mim, e levando um tanto de você. O problema não é quanto deixo, o problema é quanto levo que me sobrecarrega, me pesa, e me faz cansar. Levo um tanto que nem queria....

O que machuca é o poeta....ele vêm todo em silêncio, tímido, mora dentro da gente, sem pagar nada por isto....quando quer aparece, escreve tudo que não deve, faz os olhos se encharcarem para que o coração se esvazie, e de mansinho, tímido, se recolhe...como se a casa fosse dele.A…
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O que machuca é o poeta....ele vêm todo em silêncio, tímido, mora dentro da gente, sem pagar nada por isto....quando quer aparece, escreve tudo que não deve, faz os olhos se encharcarem para que o coração se esvazie, e de mansinho, tímido, se recolhe...como se a casa fosse dele.Ah poeta, se tuas palavras dissessem menos que o necessário, mas não, vem rasgando todas as cartas, todas as fotos da estante, desesperado por palavras que representem o que ele veio dizer. Poeta não sabe falar pouco, e não sabe dizer o que escreve. Escreve para ser lido, para que as palavras tenham poder de corpos suados, mãos quentes, lábios perdidos, cabelos bagunçados...rosas murchas o encantam, porque nelas ele vê a possibilidade da restauração. O poeta, ele finge, mas ele é sincero."