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Frase de Gustavo Calado

Somos movidos por dois sentimentos na vida, o amor, e a saudade, o amor é resultado de algo que cativamos sem tomar cuidados com as consequências, a saudade é resultado simplesmente do amor. Nunca ninguém deve se culpar por amar alguém, amar faz bem tanto a quem ama, quanto a quem é amado. Jamais o amor é visto sem saudade, e não existiria saudade se não amássemos, somos uma fonte constante de amor, eliminamos ele, e nos abastecemos, ele nos guia, nos move, nos levanta! Mais é o amor tbm causador de sonhos irreais, vontades que não se concretizam e amizades que não se tornam amor... isso acontece... Nunca se culpe por fazer alguém amar vc, o coração de ninguém é culpado por isso, nunca iremos aprender a domar nosso coração, quando menos esperamos ele murcha ou enche... e cada vez mais vc vai amar, independente de alguém lhe amar ou não, se pudéssemos controlar o amor, ele se apaixonaria por nós mesmos!

Gustavo Calado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gustavo Calado

Crônica de um sonho acordado Acordei com sonhos descordenados. Quieto, fingí que te ouvia. Mesmo na escuridão do quarto, teu rosto me aparecia. Lágrimas soltas rolavam, mas do queixo não caiam, nossos caminhos cruzados, de novo eu adormecia. No sonho corria em silêncio, sua voz…
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Crônica de um sonho acordado Acordei com sonhos descordenados. Quieto, fingí que te ouvia. Mesmo na escuridão do quarto, teu rosto me aparecia. Lágrimas soltas rolavam, mas do queixo não caiam, nossos caminhos cruzados, de novo eu adormecia. No sonho corria em silêncio, sua voz distante eu ouvia, clamando e pedindo socorro, pensando que te salvaria. De nada adiantaram os esforços, corrí pela escadaria, pulaste do último andar, sabias que não viveria. Chorei na janela mais próxima, e pensei que me jogaria, foi quando ví um bilhete, que em letras lindas dizia: "Amor não te preocupes, não fique triste, sorria! Pois me deste toda ternura, que seu coração podia." Foi quando abrí os meus olhos, já no amanhecer do dia, olhei para o lado da cama, onde você tão linda dormia, em prece longa e baixinha, a Deus eu agradecia, pois cheguei a plena certeza, que para sempre eu te amaria.

Novos ciclos, fechando alguns, iniciando outros. A vida entra na roda do tempo, que não para, como se sempre novas boas surpresas estivessem soltas no vento esperando a hora de adentrar no espaço a elas prometido. Vão-se duas bobas amizades, chegam-se dez excelentes. Voltam-se am…
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Novos ciclos, fechando alguns, iniciando outros. A vida entra na roda do tempo, que não para, como se sempre novas boas surpresas estivessem soltas no vento esperando a hora de adentrar no espaço a elas prometido. Vão-se duas bobas amizades, chegam-se dez excelentes. Voltam-se amores, aparecem inesperadamente, entram na roda, saem novamente, nunca mereceram entrar. É um giro, amores, amigos, sorrisos, distrações, lágrimas, saudades, novos amores, novos amigos num perímetro da vida, em ciclos, em voltas... sem fim.

Eu só queria um abraço, desses que enforcam a saudade, dos que pintam em seu rosto, a imagem da felicidade... Eu só queria um abraço, que não tivesse fim, pra deixar de lado a solidão que teimava em ficar em mim... Eu só queria um abraço e com ele um grande beijo, que espantass…
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Eu só queria um abraço, desses que enforcam a saudade, dos que pintam em seu rosto, a imagem da felicidade... Eu só queria um abraço, que não tivesse fim, pra deixar de lado a solidão que teimava em ficar em mim... Eu só queria um abraço e com ele um grande beijo, que espantasse todo frio e aguçasse meu desejo... Eu só queria um abraço, que enrolasse todo em mim, pra mostrar que esse amor, não tem começo nem fim...

Tão distante tu sorrias, subindo... subindo... No incansável horizonte. De cá te avistava, sozinho e tranquilo debruçado na janela a te apreciar... Olhos astigmáticos, tu sorrias infinitamente e assim mesmo eu via.
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Tão distante tu sorrias, subindo... subindo... No incansável horizonte. De cá te avistava, sozinho e tranquilo debruçado na janela a te apreciar... Olhos astigmáticos, tu sorrias infinitamente e assim mesmo eu via. De cantinho de olho, no ângulo da janela eu te respondia com os lábios envergonhados. Subindo... subindo... No incansável horizonte. Lá estava você lua minguante, carregando meus sentimentos soltos em pensamentos na madrugada.