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Frase de Marco Felipe

UMA QUESTÃO DE CONVENIÊNCIA Honestidade e mentira são como duas irmãs adolescentes que sempre estão em conflito entre si, mas que não desgrudam uma da outra, pois em cada uma há essência da outra. São irmãs gêmeas univitelinas. Tanto a honestidade quanto a mentira são uma questão de conveniência. Transitamos nos dois universos mesclando um ao outro de acordo com nossas necessidades. Honesto: atributo de bom caráter Mentiroso: atributo de quem falseia uma verdade Não sejamos hipócritas Podemos usar nosso bom caráter para falsear uma verdade Sejamos honestos, quem nunca mentiu que atire o primeiro mouse.

Marco Felipe

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Mais um dia, mais uma hora, menos tempo em nossas vidas. Seja nas reflexões vespertinas, no cansaço diário, nas reflexões noturnas... Perdemos tempo ou nos perdemos no tempo? Tudo na vida tem seu ônus e seu bônus. Reflitamos mais um dia...

Tudo começou com uma palavra, um gesto, um abraço, um afago, um carinho. E finalmente um beijo. Criatura fragilizada, em pedaços, sentiu-se segura em seus braços.
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Tudo começou com uma palavra, um gesto, um abraço, um afago, um carinho. E finalmente um beijo. Criatura fragilizada, em pedaços, sentiu-se segura em seus braços. Ela não poderia se envolver, mas ela o desejava. Ela já não podia mais resistir, mas ele a seduzia. Ele prometeu juntar os cacos, jurou amor eterno. Em meio a ilusão, desejo e sedução, finalmente ela se entregou... Sem medo, sem escrúpulos, sem limites, só queria ser feliz. Foi se envolvendo numa teia e quando viu já não podia mais sair. Presa fácil e frágil. Ele mostrou-se voraz, feroz, covarde, dominador, aprisionador de almas... Abusou, torturou, agrediu; quanta dor sentiu. Quanto mais ela tentava sair mais ela se embaraçava, se enrolava, se machucava. A teia tornou-se arame, de arame tornou-se barra de ferro, prisão fria e dolorosa. Ela retorceu-se na prisão mental, gritou, chorou, sangrou e pagou um preço alto pra sair de lá. E ainda continua presa na teia mental, mesmo fora daquele mundo criado a partir de uma ausência.

Escarnar a carne que cobre a alma em busca daquilo que nos cure
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Escarnar a carne que cobre a alma em busca daquilo que nos cure de íntimos sofrimentos: desilusão, angústia, ansiedade, melancolia, quer mais? quero sumir... essa dor que a olho nú é invisível que não é palpável. E não a encontraremos, pois perdido ficou na imensidão do ser e dilacera a carne que nos aquece a alma e que ao pó da terra retornará.