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AMOR DE TODAS AS ESTAÇÕES Com o passar do tempo, aprende-se que amar não é olhar um para o outro como que em um transe permanente, mas com o olhar amoroso e consciente daqueles que escolheram caminhar lado a lado. O segredo dos amores que duram habita nos pequenos gestos do cot…
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AMOR DE TODAS AS ESTAÇÕES Com o passar do tempo, aprende-se que amar não é olhar um para o outro como que em um transe permanente, mas com o olhar amoroso e consciente daqueles que escolheram caminhar lado a lado. O segredo dos amores que duram habita nos pequenos gestos do cotidiano, nas infinitas formas de dizer "eu te amo", sem pronunciar uma única palavra. É manter acesa a centelha dos primeiros tempos. CRÔNICAS DO AMADURECER, Papo de Gente Grande - Valéria Leão

GEMINIANA Minha escrita conta histórias Minhas, alheias, múltiplas, universais
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GEMINIANA Minha escrita conta histórias Minhas, alheias, múltiplas, universais Conta "causos" ao acaso, Sobre vivências, sonhos, lembranças Fala de otimismo e esperança De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados Tem um quê de nostalgia De cheiro de mato, orvalho, terra molhada Tem areia da praia, marisia e pé no chão Tem solidão e silêncio Ruídos de multidão Muito de realidade e um tantinho de ilusão De tudo um pouco, junto e misturado Contos, crônicas, poemas Em cada linha, em todo verso Recordações compartilhadas De viagens, momentos, encontros e desencontros E uma infinidade de outras coisas mais Não há uma única definição Nasce nas noites de insônia Tece histórias de partidas, jornadas Caminhos e chegadas Reminiscências, epifanias, fragmentos Na sua essência é atemporal Escrita de geminiana Sem rima, sem métrica, Genuína na sua emoção Mesclando o íntimo ao universal Renasce a cada dia, Com os primeiros raios de sol. VALÉRIA LEÃO

GEMINIANA Minha escrita conta histórias Minhas, alheias, múltiplas, universais
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GEMINIANA Minha escrita conta histórias Minhas, alheias, múltiplas, universais Conta "causos" ao acaso, Sobre vivências, sonhos, lembranças Fala de otimismo e esperança De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados Tem um quê de nostalgia De cheiro de mato, orvalho, terra molhada Tem areia da praia, marisia e pé no chão Tem solidão e silêncio Ruídos de multidão Muito de realidade e um tantinho de ilusão De tudo um pouco, junto e misturado Contos, crônicas, poemas Em cada linha, em todo verso Recordações compartilhadas De viagens, momentos, encontros e desencontros E uma infinidade de outras coisas mais Não há uma única definição Nasce nas noites de insônia Tece histórias de partidas, jornadas Caminhos e chegadas Reminiscências, epifanias, fragmentos Na sua essência é atemporal Escrita de geminiana Sem rima, sem métrica, Genuína na sua emoção Mesclando o íntimo ao universal Renasce a cada dia, Com os primeiros raios de sol. VALÉRIA LEÃOGEMINIANA Minha escrita conta histórias Minhas, alheias, múltiplas, universais Conta "causos" ao acaso, Sobre vivências, sonhos, lembranças Fala de otimismo e esperança De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados Tem um quê de nostalgia De cheiro de mato, orvalho, terra molhada Tem areia da praia, marisia e pé no chão Tem solidão e silêncio Ruídos de multidão Muito de realidade e um tantinho de ilusão De tudo um pouco, junto e misturado Contos, crônicas, poemas Em cada linha, em todo verso Recordações compartilhadas De viagens, momentos, encontros e desencontros E uma infinidade de outras coisas mais Não há uma única definição Nasce nas noites de insônia Tece histórias de partidas, jornadas Caminhos e chegadas Reminiscências, epifanias, fragmentos Na sua essência é atemporal Escrita de geminiana Sem rima, sem métrica, Genuína na sua emoção Mesclando o íntimo ao universal Renasce a cada dia, Com os primeiros raios de sol. VALÉRIA LEÃO⁠