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Frase de Kleber Ferreira dos Santos

ASSUME LOGO Kleber Ferreira Na minha cama você deixou o seu cheiro Deixou algumas roupas em meu armário O batom e a escova de dente no banheiro Até trouxe seu peixinho num aquário Na minha pia ficou a escova de cabelo Já pediu ao síndico, uma vaga na garagem Se não te ligo, cê tem dor de cotovelo Diz que tá com raiva e apela pra chantagem Então assume logo, que você já se mudou Que minha vida de solteiro já se acabou O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão Assume de uma vez a posse do meu coração! Então assume logo, que você já se mudou Que minha vida de solteiro já se acabou O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão Assume de uma vez a posse do meu coração! Trocou minha cerveja por suco, água e vinho E o meu cachorro hoje: Já te trata com carinho Na TV só passa agora, dorama e novelas Já troquei o iFood, por jantar à luz de velas Nem avisa ao porteiro que você está subindo Os amigos da cerveja já não são mais bem-vindos Me fale sim ligeiro, sem pedir mais um momento Vamos agora pra igreja, confirmar o casamento Então assume logo, que você já se mudou Que minha vida de solteiro já se acabou O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão Assume de uma vez a posse do meu coração! Então assume logo, que você já se mudou Que minha vida de solteiro já se acabou O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão Assume de uma vez a posse do meu coração! O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão Assume de uma vez a posse do meu coração!

Kleber Ferreira dos Santos

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Pensador.com

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Outras frases de Kleber Ferreira dos Santos

SUA PERDA, MEU TRAUMA Kleber Ferreira Brigamos, seguimos caminhos diferentes
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SUA PERDA, MEU TRAUMA Kleber Ferreira Brigamos, seguimos caminhos diferentes Nos afastamos, mas levamos o amor junto Não sei como você está, isso me corrói Só de pensar, que me ama ainda, isso dói Por que o destino insiste em ser cruel? Me deu você, o céu, tirou, deu-me o fel Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Penso que é melhor, que não mais me ame Que tenha, com o tempo, me esquecido Que a noite, chorando, meu nome não chame Não lembre a paixão, que tenhamos vivido Pois não posso desejar, a quem amo, esse castigo Sofrimento que não se deseja, nem, a seu inimigo Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Um abismo, relembrando sua perda, meu trauma

A Última Cartada Kleber Ferreira Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
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A Última Cartada Kleber Ferreira Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração Ontem, você me amava, hoje terminou comigo Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado? Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado? Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração É, pra anular o azar que me cerca a todo instante Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande

MAL ENTENDIDO Kleber Ferreira Você jurou que me amou
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MAL ENTENDIDO Kleber Ferreira Você jurou que me amou Mas hoje eu duvido O mal que a outra causou Me fez pagar de bandido A menina que me beijou Foi à força, foi conflito Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo Mas você não acreditou E deu fim ao nosso infinito Agora diz que acabou Deixando o peito ferido A minha vida parou Em um erro incompreendido Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo

JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL Kleber Ferreira Se eu soubesse que iria terminar assim
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JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL Kleber Ferreira Se eu soubesse que iria terminar assim Se eu imaginasse que este amor teria um fim Não teria nem sequer começado Não deixaria meu coração, magoado Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Tento enganar o tempo, fingir que a dor passou Mas este peito não esquece, de quem ele tanto amou Ando sem norte, sem rumo e sem seus abraços Paixão virou sofrência, de um amor, em pedaços Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Minha vida sem, você ficou pouco provável Assim vivo, justificando o que é injustificável