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Frase de José Adriano de Medeiros

⁠Nana neném. Bum! Bum! Mal pôde completar sua alimentação materna e sorrir enquanto dava os primeiros passos. Zuim! Vermelho, vermelho. Socorro! Silêncio. Nunca saberá o que é um pastel de feira, o cheiro de mar de Copacabana, pão de queijo mineiro, acarajé baiano, chimarrão gaúcho, frango com pequi goiano, nem virado à paulista, nem a feijoada carioca, nem a maniçoba paraense e nem o bobó de camarão. Nunca saberá o quão é bom o cheiro de chuva, jogar bola, brincar de boneca, abraçar um possível irmão e nem voar de avião. Mais alguns dias e tudo seria possível. Nana nenêm. Bum! Bum! Bum! Bum! Bum! Bum... Nana nenêm...

José Adriano de Medeiros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de José Adriano de Medeiros

"Enquanto, muitos desistem e choram, eu insisto, mesmo chorando, mas não desisto"
Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu, rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada, imaginando o beijo que a gente não deu.
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Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu, rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada, imaginando o beijo que a gente não deu. E quem sabe eu chegue inteiro, sem a metade do meu coração, que é seu.