Frase de Mario Quintana
O poema do amigo Estranhamente esverdeado e fosfóreo, Que de vezes já o encontrei, em escusos bares submarinos, O meu calado cúmplice! Teríamos assassinado juntos a mesma datilógrafa? Encerráramos um anjo do Senhor nalgum escuro calabouço? Éramos necrófilos Ou poetas? E aquele segredo sentava-se ali entre nós todo o tempo, Como um convidado de máscara.
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006. | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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