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Frase de João Daniel

⁠Da Escuridão à Luz Meu amigo, em tempos de outrora, O semblante apagado, o coração chora. Nas trevas andava, sem rumo, perdido, A vida pesava, o sorriso esquecido. Mas eis que um dia, a luz despontou, E sua alma cansada então se encontrou. A saúde voltou, o brilho renasceu, E o que era deserto em flor se rompeu. Superar é verbo que se fez em ti, Com coragem e fé, a escuridão deixaste ali. Recuperaste o que perdia, com determinação, Hoje és o exemplo de força e ação. Te vejo erguido, espelho de esperança, Com olhar de quem vive, com alma de criança. Que a luz que te guia jamais se apague, És farol para os que a escuridão ainda trague. Foi a bondade divina, fonte de teu renascer, Mãos invisíveis a te proteger. O céu te moldou, te ergueu das cinzas, Mostrando que o amor de Deus tudo alisa. De sombras e dores, fizeste renascimento, Transformaste o passado em ensinamento. Hoje caminhas, cabeça erguida, És prova viva de uma nova vida. Que tua luz seja eterna e radiante, Um tributo ao Criador, sempre constante.

João Daniel

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Pensador.com

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Levante-se daí e vá mudar o mundo. Você não nasceu para ser apenas um espectador. Se a vida é um filme, todos temos a oportunidade de ser protagonistas 😉
⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas.
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⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas. Havia o depois. Costumava haver um lugar para o sol se pôr à noite. Havia um abrigo para a lua durante o dia. Meu coração jovem estava desesperado. Eu não era um marinheiro ou um pássaro sem barco ou asa. Um dia aprendi com a vida a decifrar letras e suas somas. A palavra se manifestou como eu suspeitava, para permitir silêncio e diálogo. Com as palavras, cruzei o horizonte. O meu coração se afagava em esperança. Ao virar a página de um livro, eu dobrava uma esquina, escalava uma montanha, transpunha uma maré. Ao passar uma folha eu frequentava o fundo dos oceanos. Suei nos desertos e depois tornei-me hóspede em outros corações. Pela leitura temperei minha pátria, bebi de minha cidade, enquanto, pacientemente, degustei de meus desejos e limites. Portanto o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais e aminha rota. Pelo livro soube da história e criei os avessos. Soube do homem e seus disfarces e suas várias faces e, de tantos lugares para se olhar.