Frase de Miguel Torga
Livre não sou, que nem a própria vida Mo consente. Mas a minha aguerrida Teimosia É quebrar dia a dia Um grilhão da corrente. Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino. E vão lá desdizer o sonho do menino Que se afogou e flutua Entre nenúfares de serenidade Depois de ter a lua!
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: TORGA, M., Cântico do Homem, 1950 | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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