Pular para o conteúdo

Frase de Luana Rodrigues

De-ci-fra-me Intimidam os fortes é a gota mais baixa da água mais limpa dos orgasmos múltiplos que te faz entrar em plena comunhão comigo, contigo que me prende ao inesperado. Confuso Androide imaginário que constitui a baixa heroína que fere o corpo alheio moderno, de repente monstros, de repente frágeis Uma estranha emoção sem sentimentos sem lágrimas sem sorrisos sem expressão, Um clarão relatando relendo, hoje é o fim dos… imãs, modernos claros e escuros. Hoje o sentido estará faltando como estará relendo, pois estará, moderno… Lendo em tom louco. Sussurra em teus ouvidos durante o sonho decifra-me num tom cortante e entre em comunhão com a minha alma a única que se confunde no espelho, se perde Quem é? Sabes....

Luana Rodrigues

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luana Rodrigues

Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo.…
Continuar lendo

Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo. Talvez eu seja apenas um rastro, um telhado de vidro, um quarto escuro ou até mesmo uma estrofe. Não sei, mal sei se isso tudo existe. E se fossemos apenas um mero acaso, uma simples coincidência? E se todos fossem apenas uma grande confusão. Atualmente, ando achando que nem metade das pessoas que conheço realmente possuem alguma existência. Talvez eu seja louca. Ou o sentido parou de fazer sentido. Mas meu Deus, eu mal faço sentido, mal sei do que se trata, a verdade não faz sentido. O sentido por um acaso existe? Estou cansada de não fazer sentido. Eu sinto, sinto, sinto e nunca faço sentido algum. O meu hálito é céu de não saber amar. Isto faz sentido? Isso cativa a minha estranha humanização perturbante? Isto é normal? O que hoje em dia podemos considerar fora do normal, o próprio normal? Como pode ver, e ler, eu mal sei o que quero dizer. Sei nem se tenho algo a dizer. Eu nunca tenho algo a dizer. Vivo repleta de silêncios e coisas que não tenho a dizer. Eu me entorto toda por culpa do silêncio. Nunca, jamais tinha me sentido tão solitária, mesmo a minha casa estando cheia. Cheia de silêncios. Ao todo, a minha vida se resume em silêncios. Pela simples certeza que sempre tive que; Não sou obrigada a dizer nada! Não quero me expor ao ridículo. Hoje já não tenho mais esse medo todo de ser ridículo. Eu estou em estado de introspecção. Eu estou em estado de percepção esgotada. Mal sei o que quero ver, se é que tenho algo a ver, com o decorrer do tempo poderia eu dizer que o mundo todo é algo que não se pode ver? Cubro meus olhos, mas minhas mãos são pequenas o suficiente para deixar que eu veja algo. Eu inteira sou pequena, de tamanho, de fé, de compreensão, de organização, de paciência. Sou pequena em todos os sentidos. Mas que sentido? Eu, ao todo, sou feita de mentiras. E exageros. Eu sei que eu não tenho nada á dizer, mas; Sempre acabo quebrando o silêncio, com uma piada, ou um assunto sem sentido. Olha eu aí querendo fazer sentido de novo. As vezes quebro o silêncio para não parecer tão eu confusa. Entende o que quero dizer? Quero fugir da confusão que me prende. Quero ser menos eu, mas afinal, quem sou eu? Quem fui eu? Passaram-se alguns segundos dês de que escrevi aquilo e eu nem sequer me lembro do que eu era enquanto escrevia tal coisa. Eu era uma mulher, pequena, escrevendo algo. Apenas isto? Sou feita apenas de fatos. Quase nunca a vejo, talvez as poucas vezes que eu a vi tenham sido apenas uma visão, imaginação minha. Talvez ela nem exista. Talvez ela não tenha forma e nem graça, e não tenha muito menos algum estado de compreensão. O reflexo na vitrine, ou em qualquer lugar que possa refletir sua palidez e seu cabelo claro, seja apenas coisas de minha dupla e múltipla imaginação. Eu não estou cega. Mas quase não me recordo do que fui ontem. Eu estava tomando café com minha mãe; sei apenas isto. Sou uma mulher, pequena, tomando café com sua mãe. Apreciando o jeito como ela mastiga o pão. E o jeito como não tenho nada em comum com ela. Até em matéria de mastigar alimentos sou discreta, mal faço barulho. Mas sou escandalosa enquanto durmo, grito como se ansiasse pela dor de acordar. Como se eu estivesse presa no sonho, mas não quisesse me libertar pois a realidade me aprisiona mais do que no sonho. Então, pode se concluir que estava eu gritando por não querer ser solta? Não sei. Me Deus, O que sei? Não quero e nem preciso saber. Mas a confusão me fez dissimulada. A imagem do que sou me contorce toda. Eu estava sentada á beira da lagoa lendo um livro que por sinal é tão confuso que parecia até que eu viajei no futuro e estava lendo o meu próprio livro. Que sei do futuro? Preciso parar de me perder. Eu não sei se faço sentido. Mas a menina tem uma ânsia em fazer sentido e uma necessidade absurda de parecer normal, contava verdades e sorria sempre. Que sentido faz tudo isso? Que dilema sei eu? A verdade mal faz sentido e o sorriso é só uma apresentação. Teu quarto é teu melhor amigo. Já parou pra pensar, ou melhor, já parou para apenas não pensar? Tenho que dizer algo, mas, mesmo quando escrevo parece que o resumo de tudo isso pode se concretizar em silêncios. Quando escrevo também nunca digo o que realmente queria, ou precisava ter dito. Tudo isso é uma grande dissimulação. Tudo isso é uma grande confusão, Todo mundo é uma grande confusão. Uma confusão querendo fazer sentido. Estou apenas arrastando um pouco de sanidade para a minha realidade. Mal sei se isso tudo é realidade, ou é apenas um texto sem revisão.

Primeiro: O mundo todo era uma grande confusão. Ela era indigna de qualquer espécie de confiança.
Continuar lendo

Primeiro: O mundo todo era uma grande confusão. Ela era indigna de qualquer espécie de confiança. Andou diversas vezes para trás. Trouxe consigo uma série de sarcasmos. Enganou a plateia. Segundo: A carta foi enviada de São Paulo. Nunca soube quem as enviou. As janelas eram claras. O lugar era impregnado pelo teu próprio cheiro. Terceiro: Insuportável. Sei que existo. Não sei de mais nada. Ouço vozes, ouço silêncios. A vontade que tenho é de ler o mundo todo deitada em minha cama. Seria um modo fácil de estar preparada quando saísse para trabalhar. Lugar escroto. Repito palavras. Não sei o significados de muitas delas. Sou egoísta. Escrevo sobre mim o tempo todo. Sem resposta. Me divulgo. Me mostro. Mas não sou o que se pode ler assim escancarado. Olhe eu lá. Atravessando a rua. Carregando uma enorme garga explosiva dentro de mim. Sem importância. Nariz empinado. Sou um mistério. Me orgulho por isso. Mas na verdade não se é de muito conforto ser um mistério até para si mesma. Dês da adolescência sou meio perdida. Até tentei ler sobre tal assunto mas pra mim não deu muito certo. O livro de tal e eu não falamos a mesma língua. No final eu sempre acabo sentada na poltrona ouvindo o eco silencioso de uma TV ligada e eu fitando o nada que geralmente no meu estado de insonia se torna muito interessante. Minhas expressões são grosseiras dignas de uma porção de medos. Pausa. Vontade de traze-la pra perto. Ela confunde as coisas. Ela discorda de tudo que eu falo. Mas na verdade a mentalidade dela é mais conturbada e barulhenta que a minha. É por isso que não fala. É por isso que vive em silêncios...É por isso que anda tão distraída. Um fato: Eu sou egoísta. Eu disse que escrevo tudo sobre mim então preste atenção em cada palavra. Pois são todas as minhas confusões mentais sendo jogadas em qualquer canto. Cuide delas. No fundo. Eu na verdade sou uma rosa. A mais vermelha e a que mais possui espinhos. Suponho que os espinhos sejam fruto da sua imaginação criando para mim uma imagem aterrorizante e intocável inspirada pelas minhas expressões grosseiras. Me perdoe. Pode se aproximar. Repito. Pode se aproximar. Sem medo. Mas se aproxime com cuidado porque as minhas pétalas se desmancham com muita facilidade. Mas tudo bem, venha com espinhos também. A minha teoria: Me sinto agredida pelos seres humanos até quando me olham com admiração. A minha segunda teoria: O problema sou eu. ~ Aprendi a observar cada movimento sem me mover. Parada como estátua. Vendo um suposto tempo passar. Vendo o dia virar noite e as cores mudando de aspectos. Parada, observando o nada que neste instante se torna algo muito interessante. Ultima nota da autora: “O silêncio é a música mais fatal que alguém já ousou escrever, L.R..

~ Inteira sua Na estrada
Continuar lendo

~ Inteira sua Na estrada Na volta Na ida. Inteira sua Nos erros Nos desgastes Na ida. Inteira sua Na chave Na volta Na chegada Na partida. Inteira Pela metade de um homem que me prende ao céus...