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Frase de Philipe Cabral

Não sei ao certo o que me inspira a viver. O que eu sei é viver. Vivo sem me prender a inspiração de viver. Viver é tudo, ou tudo. Vivo por mim, amo por mim, inspiro por mim, choro por mim, sorrio por mim, oro pelos outros. Eu sou apaixonado pela vida. Eu tenho alegria em viver, não em sobreviver. Explicações de como viver, o que é viver são meras bobagens. Não existem fórmulas secretas, não existem atalhos menos dolorosos. Até porque, não vejo dor alguma em viver. As dores vieram de nós mesmos. Viver é dádiva, é cura. Dor é liberdade reprimida, é saudade, é mágoa, é ódio. De tudo somos autores. A vida é simples demais, temos prazer em complicá-la. Da adrenalina nascemos, por ela vivemos e por causa dela morreremos. A escolha é sua: viver ou viver.

Philipe Cabral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Philipe Cabral

Liberdade. Como é bom ser livre...descobrir-se num instante em que só existem dois elementos: a Paz e o Amor. Liberdade é andar descalço quando se tem que andar de sapatos. Liberdade é se descobrir a cada manha. É sorrir pra nada, pensando em ninguém, estando em lugar nenhum. Li…
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Liberdade. Como é bom ser livre...descobrir-se num instante em que só existem dois elementos: a Paz e o Amor. Liberdade é andar descalço quando se tem que andar de sapatos. Liberdade é se descobrir a cada manha. É sorrir pra nada, pensando em ninguém, estando em lugar nenhum. Liberdade? Ah, a liberdade... Liberdade é correr sem se preocupar onde chegar e em que estado chegará lá. Me entende? O que importa é correr, dane-se o resto! Liberdade é sentir-se a melhor pessoa do mundo, enquanto não se tem razão nenhuma para se estar assim. Liberdade é deitar-se na beira de um lago, ouvir o som da incomparável natureza, olhar para a imensidão do céu e pensar: Será que existem limites? Tudo é tão grande, tudo é tão simples, tudo é tão tangível para quem consegue encontrar sua liberdade!

Está tudo sendo arrastado, o balanço do vento agita minh’alma. É quando o vento gela o meu braço e atormenta meu estado. Fecho os olhos mudo de rota, corro pra fora, pulo mais alto. São outros caminhos, outras sensações. A noite briga com o dia: “Me dê licença, eu quero ascender…
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Está tudo sendo arrastado, o balanço do vento agita minh’alma. É quando o vento gela o meu braço e atormenta meu estado. Fecho os olhos mudo de rota, corro pra fora, pulo mais alto. São outros caminhos, outras sensações. A noite briga com o dia: “Me dê licença, eu quero ascender.” Que os faróis que tentam me segar possam, na frente, iluminar os meus caminhos. Que cada vibração, cada balanço, cada energia sejam prova de que o amor é incrível, que ele é indescritível e muito mais que sonhamos sentir. O reflexo da tela se pôs ao meu lado. Por que chegou? Por onde passou? Ponto preto, ponto rosa. O barulho dos caminhões e cilindros pneumáticos acompanham a descida. Apito. Ta na hora de descer, ta na hora de voltar. Volto pra terra com um único objetivo: ser feliz e com nada me importar. O que eu mais quero passou longe do que agora estou sentindo. Agito, buzinas, aceleração, freios, sinais. Pra onde estamos indo agora? Estamols subindo? Não! Estamos descendendo? Não! Pra onde iremos? Aonde estaremos? As luzes se acenderam, os freios foram ativados, um balanço tomou conta, e então, a calma, logo ali o agito. Emoção, sensação, vibração. Olho as luzes lá de fora e adentro em meu mundo. Lá é tudo muito aceso e o amor é grande e profundo. Outra paz, logo ali o agito. Motores começam a funcionar. De novo estamos a passear. Um quebra-cabeça impossível de viver com suas peças desajeitadas. Olha aquilo! O que será? Deve ser um anjo, que veio nos impressionar. Será que é miragem? Será pura fantasia? O que é eu não sei, mas é algo misturado com magia.

Quiçá num eterno momento eu vibre Quiçá a energia que me trazes se eternize Quiçá essa coisa de querer me balançar
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Quiçá num eterno momento eu vibre Quiçá a energia que me trazes se eternize Quiçá essa coisa de querer me balançar Não vá embora, por mais um minuto, fique. Melodias, acordes, timbres, balanço Pois não, você quem manda: eu danço E eu cruzo o mundo, eu não respeito fronteiras Pra deitar em seu colo, meu particular descanso. Daí você se espalha sem nenhum pudor Não utiliza veias, usa o dom do Criador Em cada canto do meu corpo descarrega amor Eu balanço: “Mais amor, por favor.”