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Frase de SweetClementine

Fiquei por demasiado fraca. Não pude ao menos dizer-te adeus, não fingimos nem uma despedida. Não lhe disse tudo que ensaiei na frente do espelho, não lhe disse nada. Eu te precisava tanto. Meu amor, - ainda nem sei porque o chamo assim - porque encontraste o caminho para tua verdadeira casa? Também queria voltar para casa com a maior displicência, mas cada vez que tento fazer o caminho perco-me. Perco-me nos teus encantos que não os vejo, nos sorrisos não dados por consequência minha. Mas ora deveria precisar tanto assim? Inegavelmente estou retraída, tento tapear a duradoura solidão que toma conta de mim, mas é em vão. Mas ora meu amor, sinto tanto tua falta, sei que não deverias, pois á essa altura deve ter mudado de casa, e deve haver outra lhe mandando flores, não deve haver, há. Há outros ouvidos ouvindo o teu sussurrar, outros pés se esquentando nos teus. Há de ter meu amor, sei bem que sim. Encontro-me pálida e sem vida. A dor, onipresente. Não há céu claro, não há vento; as janelas trancadas, e a porta por igual. E tu meu amor? Nem sei por onde andas...

SweetClementine

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Andava só, com a cabeça cheia de nada. Sua presença não estava me tocando como antes, me via longe daquele sentimento todo, já estava aceitando que você não fazia parte de mim (...) Até que um rapaz passou por mim e percebi que o cheiro dele era o mesmo que ficava nas minhas mãos…
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Andava só, com a cabeça cheia de nada. Sua presença não estava me tocando como antes, me via longe daquele sentimento todo, já estava aceitando que você não fazia parte de mim (...) Até que um rapaz passou por mim e percebi que o cheiro dele era o mesmo que ficava nas minhas mãos quando você ia. Então cheguei á uma conclusão: Mesmo ausente tu é presente! Não sei se sem você hei de conseguir seguir em frente, sinto sua falta do encaixe perfeito que éramos. Estarei te observando (e te cuidando) de longe para assim perceber que eu ainda não fui.

Paris, 2012 Meu amado, Hoje passei na porta do café que fica ali ao lado da Torre Eiffel onde nos encontramos pela primeira vez. Dois jovens me chamou á atenção. Eles sentavam numa mesinha de fundo e conversavam pelo olhar. A moça vivia jogando seus cabelos (sinal de muita timi…
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Paris, 2012 Meu amado, Hoje passei na porta do café que fica ali ao lado da Torre Eiffel onde nos encontramos pela primeira vez. Dois jovens me chamou á atenção. Eles sentavam numa mesinha de fundo e conversavam pelo olhar. A moça vivia jogando seus cabelos (sinal de muita timidez) e o rapaz tinham as mãos trêmulas quando seu olhar cruzava com o dela. Observar aquilo era magnífico. De fato, ali havia algo que quebrava todos os poemas de desamor. Eram uma perfeita simetria, eram feitos um para o outro. Éramos nós.