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Frase de Anderson Cruz

Me façam um favor, por favor. Parem de se odiar, parem de falar mal uns dos outros, parem de puxar tapete, de criticar, não usem a religião de vocês, a sexualidade de vocês, o grau de instrução ou posição social para se sobrepor acima de ninguém. Ninguém é melhor do que ninguém aqui. Por favor, não aguento mais. Para onde olho vejo ódio, para onde olho vejo inimizade. Um mundo inteiro de pessoas que adoram julgar umas as outras. Qualquer passo que se dê, qualquer conquista que se tem, qualquer mérito que se conquiste é motivo para um furacão na boca dos outros. Pra que julgar? Pra que falar? Trabalhe, estude, conquiste e olhe apenas para sua vida. Não sou dono da verdade, não sou "o sem pecados", sou apenas um cara que precisa de paz. Leia o capítulo 4 de Efésios e se ilumine. "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo." Efésios 4: 29, 31 e 32.

Anderson Cruz

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Pensador.com

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Outras frases de Anderson Cruz

Na saúde mental, saudável é aquele que sempre experimenta o novo; o novo a cada instante, mesmo que o mundo permaneça velho.
Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu;
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Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu; Quem não sentiu o frio da desgraça, Quem passou pela vida e não sofreu, Foi espectro de homem, não foi homem, Só passou pela vida, não viveu."

Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em…
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Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em nós mesmos quando admitimos estar com o coração aberto para amar de novo. Ah, amar... Saberia eu o que significa isso ou não saberiam os outros? O foco nesse lamento é outro. O foco é naquele exato momento em que você repara no seu reflexo e percebe que ele é burro. Que você é burro. Tonto. O reflexo ridículo de você mesmo refletido no espelho é a verdade sobre você. A triste realidade. Carregando tantos anos nas costas, e tonto. Tão orgulhoso por ser ciente de si mesmo, e tonto. Tão maduro, tão sadio, tão pé-no-chão, e tonto. Burro, dessa vez, não por ter tentado quando prometeu não mais insistir, mas porque tentou usando as mesmas ilusões, repetindo tudo que fizera incontavéis vezes antes sem se dar conta, pelo menos não a tempo de evitar ser atropelado pelo próprio tormento sóbrio e confuso de estar só, de que não é mais do mesmo que se resolve o coração. Mais do mesmo agora: decepção. Acidente de novo. Chama o reboque, prepara o primeiros-socorros e vem, abraça essa quarentena para se curar novamente. E vai. Mal de quem acredita demais: cicatriz.