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Frase de Alisson Fernandes

vou te contar um pouco como é ser invisivel, e o dia que isso me fez sentir um enorme vazio por dentro. Sim, eu sou invisivel, apesar de não ter super poderes. Ser invisivel é quando sua presença para as outras pessoas não faz diferença, estar ou não presente não faz diferença. Ela estava na minha frente, estava linda. A cada colherada que dava no sorvete seu rosto se iluminava, ela sorria com a boca cheia e seus olhos brilhavam. Foi então que um amigo dela chegou, queria avisar sobre algo que ele não poderia mais ir com ela, no final ele acabou ficando para poder conversar com ela. O assunto estava bom, entre os dois. Eu estava ali, defrente para os dois, olhando-os. As vezes soltava um comentario sobre o que falavam, um jeito de fazer eu mesmo acreditar na mentira de que estava participando daquela conversa. Então, atras de mim, o sino do igreja tocou. Eu me virei, de costa para eles, e comecei a olhar a minha volta: Olhei o 3 sinos da igreja tocar de forma ritmica, olhei como a força do rio deixava as plantas que cresciam ao longo de sua margem quando chovia. Olhei a grande fabrica, que nunca para, esfumaciando a todo vapor. Foi quando o ultimo sino parou e eu me virei que pude perceber: nada havia mudado. Eles ainda estavam imersos no assunto que haviam começado e eu já não estava mais lá, minha presença ali já não fazia diferença alguma. O vazio que senti naquela momento ainda me atormenta.

Alisson Fernandes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alisson Fernandes

A essa tal gravidade Sabe força: às vezes não enxergamos o mal. Às vezes (quase sempre) não enxergamos o bem. Vemos o real. Sonhamos o irreal ou com ele e Voamos como se não existisse força que nos puxasse para baixo. Caímos por que o sonho acabara. E não nos machucamos por que…
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A essa tal gravidade Sabe força: às vezes não enxergamos o mal. Às vezes (quase sempre) não enxergamos o bem. Vemos o real. Sonhamos o irreal ou com ele e Voamos como se não existisse força que nos puxasse para baixo. Caímos por que o sonho acabara. E não nos machucamos por que acordamos. Sim, existe uma força (real) que nos puxa para o sub. Puxa-nos tanto que é melhor ter um chão. Mas se já estamos no chão, essa força é controlável, puxa! Ela puxa tudo. E se não tem um chão, derruba no meu chão. Todavia antes de parar no meu chão, tudo paira no meu corpo. Tenho culpa de existir essa força? Sim. Se existo é por que ela existe. Ou será ao contrário? E se...e se...não, não. E se eu usasse o meu instinto humano. Meu instinto diz que essa tal força existe. Meu instinto diz que - quando olho para cima - tudo pode um dia pairar por meu corpo. Meu mundo diz que não tenho como sair daqui. Ah! Voltando ao sim: ela existe. Então existe uma força muito maior que a controla? Puxa! A força (a muito maior) tem o controle e controla dessa maneira? Já entendi...a tal força maior controla, porém não controla. Calma, vou explicar melhor: ela é só a dona. Enquanto não precisar de controle (de guia) não há como mexer. Acredito que a força (a maior) é do bem. Acredito não, tenho certeza que ela é o bem. Mas, se a força (a tal) é do bem - ou é o bem - por que ela quer me matar e matou meus entes queridos (são 12). Tudo que provocou um alvoroço na minha vida (e neste instante provoca) é do bem. São essenciais ao meu viver. Quer ver? Então presta atenção: chuva; córrego; árvore; barro; pedra. Senhora que atrai, a senhora é do bem, a senhora é o bem, e por que aquilo que são de extrema importância para o meu viver foram as que quiseram me matar por completo. Matou partes de mim, por quê? Estive pensando, talvez filosofando: e se...e se o causador desse mal fosse o ser humano. Fosse eu. Eu não mataria minha família; mas matei? Agora é filosofia pura...como eu pude olhar para o alto e pudera ter um presságio do mal e não fiz nada...nada. Não fiz porque estava enclausurado no mundo perverso dos perversos; é aquele mesmo mundo que dizia: daqui você não pode sair. Então esperei...eu sabia que o meu mundo era mais importante que o outro, entretanto não mais poderoso, que por sua vez não passava de um minúsculo ser, frente a sua força. O mundo sabe que a senhora é poderosa. O meu mundo sabe que a senhora é poderosa. O mundo matou minha família; esta é minha conclusão. Não foi a senhora; foi o mundo. Vou chorar...chorar muito...e muito...não resta outra alternativa. Não posso deter o mundo. Vou culpá-lo até o resto da minha vida. Outros mundo virão trazer solidariedade para mim, no entanto não esquecerei o mundo: está no meu inconsciente; em um lugar onde não se envelhece jamais. Creio que a dor consciente diminuirá. A inconsciente não. Quiçá aumentará. Força, rendo-me a sua força. Aprendi que o seu poder é incondicional. Conscientizei-me de fato que o seu poder puxa. E sei, pois até o meu chão não está seguro e está a todo o momento sendo puxado para o sub. Escrevo à senhora para te isentar da culpa e te respeitar cada vez mais. Amo seu controlador. Adoro-o. Jamais o culparei por não ter impedido o horror, porque aquilo estava sob controle do mundo. Não deixarei mais meu único copo de vidro na beira da mesa, porque a senhora puxa e qualquer descuido se quebrará. A senhora é constante. Cabe a mim, (com o meu poder) administrar tudo a qual me rodeia. Um dia - quem sabe - eu aprenda a puxar também. E o primeiro ser a qual puxarei será o mundo perverso. Puxa! Como é bom; como é satisfatório; como é sensacional percebê-la: ó tal gravidade. Muito prazer, desabrigado!

Diálogo incerto III: Acabei de chegar da estação. - Ah! Agora você não me pega não. Já sei: você veio da estação do metrô. Só não sei dizer o nome.
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Diálogo incerto III: Acabei de chegar da estação. - Ah! Agora você não me pega não. Já sei: você veio da estação do metrô. Só não sei dizer o nome. Acertou. Venho da estação do metrô. E daí? - Como e daí...foi você quem me confundiu com essa história de estação. Fica tranquilo que só fui lá... - Foi lá...como assim, foi lá? Fui lá sintonizar uma estação de rádio...