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Frase de Tamie Angela

Desenhos Esta manhã peguei o lápis entre os dedos e rabisquei uma linha na textura branca do papel. O grafite deslizava graciosamente e o silêncio foi quebrado pelo som quase inaudível aos desatentos, como se estivesse dedilhando o tecido aveludado de uma manta aquecida. Desenhei o amor em seu estado mais puro e as emoções causadas, como a febre dos apaixonados... a alegria provocada, o sorriso de puro contentamento, o brilho no olhar, os arrepios pelo corpo, os sonhos misturados à realidade, a melodia em que as flores convidam as borboletas a dançar... Delineei a esperança com seus traços perfeitos. Aquela que ilumina o caminho dos aflitos, que subtrai o cadeado das almas acorrentadas, que nos dá um ar sustentável... Rascunhei a essência da bondade... a doação voluntária sem esperar nada em troca, a atenção tão rara no espírito humano nos dias de hoje... Reproduzi o bem querer... que nos rodeia, nos encanta, nos fascina! Que nos faz mais vivos a cada toque, que nos faz ver um mundo muito melhor mesmo com os olhos cerrados... Figurei o medo... para nos lembrar que sem ele tornamo-nos tolos e incautos... Para nos dar os freios necessários e sermos prudentes... nas palavras e atos. No cantinho da folha, rabisquei a raiva... A raiva boa...Aquela que nos faz levantar e continuar lutando... Que nos faz prometer que seremos mais felizes... E assim terminei meu desenho... ao admirá-lo entre os traços de meu grafite, percebi que desenhei sua face... e descobri assim que você é a melhor tradução do Amor...

Tamie Angela

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tamie Angela

Dia da saudade... Por alguns minutos refleti e pensei no que mais tenho saudade... Dos dias da infância em que subia em árvores, batia peneira no rio, jogava bolinha de gude, armava arapuca só para soltar os passarinhos depois, andava de bicicleta sem direção e sem hora para volt…
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Dia da saudade... Por alguns minutos refleti e pensei no que mais tenho saudade... Dos dias da infância em que subia em árvores, batia peneira no rio, jogava bolinha de gude, armava arapuca só para soltar os passarinhos depois, andava de bicicleta sem direção e sem hora para voltar? Da roupa suja de terra e do cabelo embaraçado pelo vento? Da chuva morna que escorria pelo meu rosto, e me fazia girar como se fosse um catavento imaginário? Dos anos dourados que as primeiras emoções do amor se afloraram em meu mundo, e os hormônios explodiam por todos os poros? Dos sonhos que cultivei e a maioria não se realizaram? Dos amores (que jurei, seriam eternos) e se acabaram? Do nascimento de minhas filhas, em que fiquei em espírito de paz suprema? Dos amigos que partilharam da minha vida, alguns intensos, outros tão passageiros como a brisa? De meus pais que se foram, e me deixaram com a sensação que devia ter dito mais vezes que os amava? Saudade é uma palavra que pode causar um "mundaréu" de emoções... Alguns que nos fazem sorrir e nos transportar para um pedacinho particular em que os perfumes, o calor, os arrepios, felicidade e aquele instante, se repetir docemente bem na nossa frente... Outros, que nos dão a sensação de vazio... da falta, da ingrata certeza que nunca mais terá volta. Sejam eles, bons ou ruins, uma certeza é evidente: Saudade só sente, quem viveu e sabe que já valeu a pena ter sentido!

Sinto-me aliviada após o vendaval que arrebentou meu coração. Observo o horizonte: o céu já tomou seu tom azul anil, e é hora de começar a juntar os caquinhos. Abro as janelas, limpo os armários, trago flores do campo e coloco na mesa da sala de jantar. Estendo lençóis novos e…
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Sinto-me aliviada após o vendaval que arrebentou meu coração. Observo o horizonte: o céu já tomou seu tom azul anil, e é hora de começar a juntar os caquinhos. Abro as janelas, limpo os armários, trago flores do campo e coloco na mesa da sala de jantar. Estendo lençóis novos e perfumados na cama e acendo incensos pela casa. Mas as portas... estas estarão fechadas, pois a fragilidade deste coração não aguena mais nem uma brisa de decepção.

Meu mundo em ruínas A tristeza invade minhas entranhas Fecho os olhos e vejo tudo desabar
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Meu mundo em ruínas A tristeza invade minhas entranhas Fecho os olhos e vejo tudo desabar Meus sonhos escorrem por entre meus dedos Meu amor... Explode e se desfaz Andei por estradas perigosas Correndo riscos desnecessários Abrindo portas que me lançaram num precipício Num redemoinho feroz e sem volta... Respiro com dificuldade... As lágrimas brotam e me asfixiam A escuridão suga-me para o inevitável O frio congela e corta-me em pedaços Encontro-me sozinha na multidão Ninguém me vê ou escuta Grito alto para o mundo E ouço o eco da minha própria voz Sigo sem destino, sem direção A solidão persegue e me alcança A dor é lancinante e aguda Destrói o que sobrou de mim...