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Frase de Vilmar Becker

Um dia quem sabe eu aprenda, a amar por cultura, aceitar as ignorâncias fazendo de conta que não me atingem, a caminhar de mãos dadas com pessoas que te derrubam a cada inicio de batalha, a não se sentir envergonhado de ser derrubado por aqueles que você nunca esperaria tais atitudes, quem sabe eu aprenda a ser uma pessoa má, talvez seja isso mesmo, num mundo feito de pessoas rasas de sentimentos, ter sentimentos é ser doente psicologicamente, as vezes ser sozinho é melhor do que estar rodeado de pessoas vazias, quem sabe eu aprenda que mesmo lutando pelo melhor sem querer pisar em ninguém, vou ser tachado de ruim, que meus deslizes foram tentando acertar, quem sabe eu aprenda que por mais que eu queira ser uma pessoa boa, quem me enxerga por fora nunca vai saber o que ocorre dentro de mim, das minhas guerras interiores, das lágrimas contidas, do coração despedaçado. Quem sabe eu aprenda a ser um bom filho um dia, um bom irmão, uma boa pessoa, por enquanto estou nessa escola chamada vida, e enquanto eu estiver nela, terei que aceitar as matérias do dia, terei que responder as questões sem respostas, terei que viver esperando que as pessoas mudem quando sei que não irão mudar, que essa escola me ensina que mesmo com uma batalha perdida ainda não perdi a guerra, que superar é preciso, que esquecer por mais que seja difícil, é necessário para seguir em frente, que a vida segue seu rumo, um dia eu aprendo a aprender com a vida...

Vilmar Becker

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
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Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.