Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
ALVORES .... No silêncio da aurora carmim de fevereiro As alvas do cerrado nunca se abrem iguais O céu azul emoldurando o verdor coqueiro Num cenário de magia das artes tropicais Tanta quimera faz crer que, o ar fagueiro A imaginação poética do show quer mais Pois, o encantado deslumbra por inteiro E se sente a brisa dos sabores matinais Aí, enquanto lá fora tudo é tão reluzente Cá dentro a vitalidade desperta e escoa E põe na vida valor, o diverso e poesia E vais sem perceber o tender da gente Sem prever o acaso, e que nada é à toa Que existe o destinto em um novo dia! .... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22/01/2021, 05’52” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde