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Frase de Jean Willian Oliveira

Penso em última hipótese que sou esse eu mesmo e você é você também Se existem tantas variáveis, formas de construção do indivíduo sejam elas reais ou encenadas brutas ou lapidadas de improviso ou ensaiadas Talvez, depois do erro, melhoradas não se sabe ao certo qual o limite final, e anterior a isso, a essência inicial Pois afinal, existe a desigualdade social E é fato que por este ângulo a oportunidade não é para todos de maneira igual Fórmulas prontas, personalidade formada tem horas que tudo isso parece piada Sabendo que o que guia sua máquina são as curvas da estrada E que em cada partida improvisa-se uma jogada É tão cheio de certezas tristes, não aceita nenhum palpite, e segue em constante erro Mas saiba meu caro, você é manipulado Desde o lar onde foi criado até o acaso por quem é comandado Sem dizer da genética e das pré-definições das influências e interações do desejo e as emoções da política e imposições do tempo e ocasiões do caráter e opiniões do peso das religiões Do definido,mas o mais importante, das desconstruções E o que é nesta vida então? Novidade a cada pulsação

Jean Willian Oliveira

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Pensador.com

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ADRENALINA. E esse sangue preenchendo ventrículos, espreita uma maneira de correr mais ligeiro, maneirando situações extremadas,
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ADRENALINA. E esse sangue preenchendo ventrículos, espreita uma maneira de correr mais ligeiro, maneirando situações extremadas, que agora são vício. Fábrica de sensações ao acaso, agora vive em pleno caso com a vida, e é a única saída pro não desperdício, de tempo, coragem adquirindo bagagem além do seu próprio horizonte desmistificando, quebrando, ultrapassando, Inventando suas próprias morais, designando irreais, todo o lodo do normal, sabendo que é mal, o que não foge do convencional Desenfreado sangue, age louco, o grito é válido se for pra ficar rouco e nada é mais como era antes quando converteu o futuro, em breves instantes..

Confundiu delírio com euforia, deixando a mercê a própria alegria. Eis então, o latíbulo mestre, recanto, encanto, lugar de aconchego. Um abraço é lar, a vida é par, participando, estando, pronto para receber quando já estava tão cabisbaixo.
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Confundiu delírio com euforia, deixando a mercê a própria alegria. Eis então, o latíbulo mestre, recanto, encanto, lugar de aconchego. Um abraço é lar, a vida é par, participando, estando, pronto para receber quando já estava tão cabisbaixo. Alma ausente, dormente, agora é latente, pulsa pela supernova, um novo sentido, um novo perigo, recaído em abrigo do que já lhe tomou conta. Cresceu, aprendeu que olhos em aurora, são aqueles que em outrora foram de um menino. Navegando em mar aberto, seu destino? incerto! E não há intenção de chegar a nenhum lugar. Sabe-se apenas, que o navegante, que de si mesmo andava distante, retorna agora, pro seu antigo lugar...

Jurar por quê? Julgar pra quê? Jogar este jogo
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Jurar por quê? Julgar pra quê? Jogar este jogo que não leva a nenhum lugar amigo, Explorando-se em contemplação a cada dia, caçando aquele melhor que possui, e o mérito maior, é ter a si próprio, Em um caso com o acaso viajar alheio a preocupações efêmeras, captando o que faz crescer, evoluir sentir-se humano, antecipando o que faz bem... Ter-se Ver-se Caducando fantasmas antigos sabendo que esses novos perigos são a anunciação de aurora e o que possui agora é o que possui, e só... Experimente Frequente Tente Gente Quente Queimou! Asas a imaginação, irmão E não ouse sair, de si.. Leve-o como melhor companhia por aí... E agora, quem é então? O forte e o fraco A perna e o braço O beijo e o abraço O incerto e o exato Ninguém, tudo Causa, efeito Sempre um jeito E um novo feito...

Mas esta cordialidade tupiniquim És tão falsa quanto esta bandeira que carregas desfilando no seu carro, como se este "clima"
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Mas esta cordialidade tupiniquim És tão falsa quanto esta bandeira que carregas desfilando no seu carro, como se este "clima" tivesse propício a boas colheitas. Me diga onde nesta bandeira (que um dia pertenceu a um povo heroico de brado retumbante) não está manchado de sangue, lama e hipocrisia? Esta ordem para o progresso não poderia resultar em outra coisa, a não ser em mansos pastos de massas cansadas, porém conformadas. Não, eu não aceito esse aperto de mão, e muito menos esse cafezinho feito com "jeitinho". Me enoja a sua cara de sorriso amarelo, e verde. Vendendo até a alma para prestigiar o que nem os mais famintos urubus ousariam chegar perto. Se um dia ergueres para a justiça, a clava forte, que sejas para cravar no coração desta política nefanda, que está atrás de cortinas banhadas a ouro, advindas de impostos desviados, lobos bem remunerados e muito, muito sangue jorrado, nas escolas, nas ruas, campos e construções. Cálice! Cale-se! Afasta de mim essa voz plastificada, e essas mentiras bem recompensadas, Ó Pátria Amada!