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Frase de Andria Thalia

Fases de um Nessa breve vida, ela sai para ver o sol, à lua e as estrelas, há quem diga que ela é de lua, por sua intensidade e suas dúvidas, seus risos e lagrimas são como quatro fases sem fim. Nela não existe saudade maior, ela aceita suas viagens, seus desejos, suas memórias sem se julgar. Ela é apaixonante, parece uma estrela que nunca morre. Ela é de risadas. Ela é de momentos. Ela é a sorte. É o destino. Ela é de boas vibrações, mas é só dela. Com um coração que acredita mais na bondade e ternura para um animal abandonado e fogo frio para quem não merece mais outra chance, esse filme é um cansaço deprimente. Ela já esteve tão cansada, pois ela o viveu dez ou mais vezes. Ela aprendeu que isso tudo, todo amor pode acabar, menos quebrar seu coração. Enquanto eles pedem que ela se concentre em ser o que gostariam, ela é simplesmente o que é sem medo. Tão tentada em sentir. Em querer algo novo. Em experimentar. Ela adormece com uma vontade e se compõe com outra. Sabe não é difícil passar pela porta e cativar sua atenção, o truque é como mantê-la. Essa é hora de sair da cápsula se conseguir. Não tente mapeá-la como as estrelas lá fora. Não tente entendê-la com suas teorias criadas. Não tente dizer que as estrelas parecem bem diferentes hoje. Lembre-se! Ela é só dela. Agora ela anda através do seu sonho submerso e das suas verdades. Ela pensa fora da capsula. Fora de tudo que planejaram para ela. A garota com cabelo castanho prefere o assento com a melhor vista, e ela está virada na tela prateada, bem atrás de sua memória estão os filmes do passado. Ela faz questão de uma mente evoluída. Ela nem sempre acerta, mas sempre erra os seus próprios erros. Mas como ela mudou, ela sai com sorrisos encantando corações. Vai conhecendo sua coragem e seus medos, flutuando entre novas órbitas. Novos fascínios. Novas sensações. E ela, é só dela. Ela é de Lua, é de Marte, de Saturno, de Plutão. Ora parece pedra espacial, ora sai abraçando criança que precisam de paz e descanso. Ora quer sair por aí e se aventurar conhecendo o mundo ou um pedaço dele por inteiro, ora quer passar dia, tarde e noite e não sair do lugar. Ora tem paciência para esperar pelo tempo sem se preocupar, ora não tem nem meia palavra sucinta. Ora ela é só dela, ora só dela. Um dia, porém, poderia muito bem ser algum dia razão sua ser, só não tente entendê-la. Não tente prendê-la. Não ouse rotulá-la. Ela é só dela. Das suas manias. Da sua inconstância. Dos seus planos. Ela é como aquele dia bonito que termina em temporal. Aquele jardim de pedras de onde surge uma única sempre-viva. Ela é só dela e vai ser sempre assim. Tem quem ache egocêntrico. Tem quem ache insensível. Só não há quem não se apaixone. E ainda há quem diga que ela é de lua, parece uma espiral de ilusão porque se apaixona, mas não namora. Ela só transparece tudo o que defende para não afetar seu coração. Sem tempo para machucados e pessoas de má fé. Ela sente-se bem sozinha, afinal um copo-corpo só já transborda. Ela tem esse jeito que parece um transtorno, mas no fundo ela só é um dia calmo como de inverno. Não congela e nem leva rancor. Não disfarça sentimento, mas consegue por um disfarce porque ela tem consciência disso e até gosta, essa é sua forma e esse jeito é único, e nunca poderá mudar existe uma plena convicção disso e que sozinha ela pode muito, mas acredita que com alguém ao seu lado ela também pode muito mais. Entretanto agora existem outras coisas que a movem, outro tipo de amor. E está com alguém para ela não envolve cumplicidade ou amizade, mas se não houver amor. Amor é a terra de tudo. E sem terra sem pouso, sem lar. Penso realmente que ela é de lua porque existe uma claridade admirável e têm suas fases da vida, assim como, a grande lua que brilha por infinitas estrelas, da mesma maneira como ela brilhante por infinitos motivos-estrelas. Ela é assim... E não tem quem não olhe para lua sem se apaixonar.

Andria Thalia

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andria Thalia

Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo…
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Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo sobre a ausência que se situa no tempo. O assentimento é como um pedido de confirmação, a agitação violenta da atmosfera não balança mais meu coração. O verde ainda habita em seus olhos, penso que a incógnita é se ainda floresce em meu coração, ela costumava a ser como um jardim de inverno, que eu envidraçava e enchia de luz. Aos poucos ela foi perdendo o brilho, o movimento ou a ação, foi afrouxando e cessando de viver, finar-se, o temporal era um mar intenso, marítimo sofrimento profundo, desaparecendo de mim. Já não era quente, nem morna... Era o tempo com você. A pigmentação desaparecia em seu rosto. Eu queria cor, mas dava tempo ao tempo que a levou. Errei, acalmei, aceitei, esfrie, guardei, um pouco do que amei, e se amei. Ela desaparece em mim. Ah tempo que eu lembro, da impressão que a luz refletida em seus olhos dilatados, pelo seu corpo colorido, tom rosado de pele humana, era a expressividade de linguagem, realce e tom, feição coração profundo coral ornamental, vistosa flor era ela. E o vento, tempo ela levou com si. E eu aprendo a viver sem ti. Impassível de paixão, só um calor comunicativo. Foi à intermediação de uma grande paixão. A quem diga que foi uma grandeza de amor.

Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando d…
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Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando descobrir que o universo descansa em ti e as auroras colorem tua alma e mandam cartas em espiral, e um ser recebe cata-ventos no fim do começo, o azul é o início de infinitos tons, tentado acertar o amor que as estrelas costumavam a dançar. Então eu surgi no tempo, e o universo é uma xícara de café, praticamente composta com a mesma posição relativa na esfera celeste, com uns meteoritos doces dando a impressão de cair e as nebulosas pro que eu esqueci, quando vi o universo através de ti. E o que já era tempo? Eu me perdi, no espaço-tempo em ti. O que ser, quando se perde no espaço das estrelas e das galáxias... O que ser, quando se perde na sucessão dos anos, dos dias, das horas [...] das estações... Em ti.

Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por…
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Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por alguma razão nossos caminhos colidiram algumas vezes na vastidão colorida e composta por melodia, costumo dizer que desenhada à mão. Eu não sei quando, e enquanto isso eu ando vagando pela noite cantando, dançando, sorrindo, gritando, flutuando, em algum lugar ele pode me ouvir, e talvez perceba que o sorriso acontece dentro de mim. Então eu continuo a cantar e mais um pouco de criação eu estarei a imaginar, e lá você pode me escutar. Eu costumava a ser mais seria, e você passou e me distraiu, as madrugadas passaram a ser meu maior defensor. Durante o tempo em que eu situava, algumas flores deixei em varias mãos carregadas de sorriso, perfumadas com um cadinho de paz. Caminho, cantando, observando o céu carregado de tons azuis, cor de mar, cor imensidão, grande vastidão é o coração. Eu costumava a ser mais seria, até você chegar e me distrair sem reparar, seria bom você acreditar que existe paz em algum lugar, então faria sentido eu te olhar e sorrir sem esperar. Eu costumava a ser mais... Até você chegar. E algo vai mudar alguma coisa já mudou e continuará a metamorfose não deve parar. E eu, estarei pela noite a cantar, eu também costumava a lembrar... Eu costumo acreditar que o tempo é um cadinho da esperança que habita lá e cá. Seja no ponto azul terra/mar ou na estrela vermelha que costuma a palpitar. Talvez... O Tempo só seja a nossa indagação.

Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou espera…
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Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou esperar ou nem vou, só não vou voltar nem uma outra vez. Eu ei de caminhar, e encontrar o impaciente do sol que estar a me esperar. Eu estou indo...