Frase de marcos fereS
O que não é amor Não é amor o julgo desigual. O sequestro. A insistência. O competir. Não é amor. A indiferença. O uso. O comparar. Não é amor. A cobrança. A ausência. As prioridades. Não é amor os sentimentos. O prender. O cobrar. Não é amor. Os ciúmes. As carências. O modificar. Não é amor. O tirar a paz. A vingança. A falta de cumplicidade. As retaliações. Não é amor o uso. O abandono. O substituir. O orgulho. Não é amor.A liberdade. O garantir-se. O colecionar. O maquinismo. Não é amor o expor.O utilizar. O desvalorizar. Não é amor. Perseguir. Tentar entender. O sofrer de incerteza. Não é amor o adiar. O odiar. O perturbar. O caçar. O esconder. O envergonhar. O enjoar. O contabilizar. A insegurança. A fixação. O controle. Desde o começo dos tempos. As pessoas amam e se dão. Em uma entrega incondicional. Suportam tudo que a gravidade, impõe, sobre seus corpos. E todos os pesos. Se tornam os mesmo peso que precisam transpor. Para o próximo momento. Se um cai. O outro levanta. E não se sentem e julgo desigual. Amam a si próprios, e por isso amam a pessoa amada. Quem escolhe é o coração que é sábio. E não a razão que é limitada. É ter o todo , e o não possuir nada. Somente o momento de completude d alma. Natural como respirar.Ou tomar água. Não tem , cor. Não tem cheiro. Não tem tamanho. Não tem prestigio. Não tem posse. Não tem futuro. O futuro constrói-se juntos. E não existe dúvida no coração. Não precisa impressionar. Causar.Ou garantir. Desde que o homem e a mulher passaram a existir. O Amor é tão natural como o ter nascido. E o sentir-se a falta Dele. É que em algum momento da Vida. Foi esquecido a primitividade dos encontros. E objeto da construção do ego. Construiu uma gaiola de ouro. Onde aprisionou a alma. A Princesa se envenenou e adormeceu em seu castelo. E o Príncipe se perdeu na floresta. Ambos esqueceram a leveza do encontro. O encontro dos corações. E passaram a atuar na peça funcional da vida. E julgo desigual. Agradando ao mundo. Onde o parecer ser. É mais importante do que ser. E plastificaram seus corações. E os sentimentos, convertidos em prantos. No silencio do quarto. Onde, não conseguem mais encontrar o caminho. Para o encontro das águas. Viraram marionetes. Onde o sacrifício. Atribuem como missão. Onde a fonte não jorra. Vivem no seco. E a loucura se instalou no coração. Tornaram-se vitrine. Apenas vitrine. Onde a paz. Do encontro. Já não alimentam sua outra metade do ser. O julgo desigual. Por ignorância. Medo. Vaidade. Ou alto ilusão. E quando já sofreram o bastante, e se libertaram dessa mentira. Quem sabe ainda é tempo de encontrar. O seu verdadeiro amor.Durante essa vida. marcos fereS
No pensador.ai desde