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Frase de Luiz Fernando Mendes

Levanta aí, vamos! Ergue a cabeça, deixa esse tédio deitado na cama Caminhe pelas estradas pra enfeitar teus poemas Não é você que vai se deter Se o mundo não é bom, crie outro e outro Alegria com Alegria poesia com todo o dia Coração com paixão Faça teus versos rimarem. Vamos! Eu sei que só um menino vai brandar, cantar Rolará pela estrada do universo, tu e a força dos teus versos.

Luiz Fernando Mendes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Luiz Fernando Mendes

João já sabia, a verdade que o cercava naqueles dias; Imoral e errado, mas sentia que nada o impediria. Dedos apontados, seus 2 entrelaçavam o cigarro. tremia. Ele não os revidaria;
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João já sabia, a verdade que o cercava naqueles dias; Imoral e errado, mas sentia que nada o impediria. Dedos apontados, seus 2 entrelaçavam o cigarro. tremia. Ele não os revidaria; Sairia então do lugar onde não mais pertencia. João já sabia que a mentira sua alma nunca compraria. Ele vivia. João! Não tenha medo de encarar o furacão. Seus sonhos o sustentarão. Cantarás a liberdade como uma locomotiva sem freios. Caminharás pela estrada como um guerreiro sem receios. João já sabia, Nada o impediria. O João já sabia.

Música; Prepara a mala da minha partida Vem me dizer a verdade. Não deixes que meu objetivo se perca, que a poeira me apague.
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Música; Prepara a mala da minha partida Vem me dizer a verdade. Não deixes que meu objetivo se perca, que a poeira me apague. Não deixes que a palavra que trouxer se acabe Que não seja como a fumaça; Que se dissipa no primeiro sorriso. Música, só te peço; cuida dos meus versos. Há tanta suavidade em escrever a própria verdade.

Ás vezes gaguejo. Sem entender o porque, as palavras se desfazem enquanto falo, do que impressão real que me transmite é que meu espírito quer falar mais rápido que meu corpo, que minha alma quer explodir em espasmos verbais. Ou não, converso horas sem ao menos trupidar uma letra…
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Ás vezes gaguejo. Sem entender o porque, as palavras se desfazem enquanto falo, do que impressão real que me transmite é que meu espírito quer falar mais rápido que meu corpo, que minha alma quer explodir em espasmos verbais. Ou não, converso horas sem ao menos trupidar uma letra. Ao falar sozinho e cantar, nada disso me acomete. Quando estou com quem confio ou só comigo mesmo e mais ninguém, não há grilhões que me prendam ao me expressar. Talvez só uma curta cicatriz de algo que não pude entender no meu passado tão justo nessa minha caminhada tão longa. O que fala quer ser ouvido, o que escreve, lido. O que canta, imprime em sons pra ser entendido. Os cegos imaginam um mundo quase utópico, tão melhor do que o real. O poeta canta o que não vive, e o que escreve só desvaira em simples deslizes