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Frase de Marisa Martins

(...)Queres que te explique, mas eu não consigo. Sei que doí, que treme, que às vezes me sinto perdida, que a minha cabeça começa a andar à roda e mundo me foge entre os dedos. São montes de emoções. As minha emoções. Já sabes como elas são. Misturam-se, baralham-se, jogam às escondidas umas com as outras e depois quando batem de frente nem sabem em que posição arrumar-se. E eu, já me conheces, não tenho mão nelas. E agora estou mais ou menos assim, a observar e a ver uma espécie de jogo entre elas. Sei bem que vão ganhar as melhores. Mas até lá tenho que olhar para elas , que as sentir. São montes de emoções. Coisas e histórias mal resolvidas. Sim, porque "coisas" não são histórias. E é isso que eu também quero separar. As coisas das histórias. E então resolver. São montes de emoções. Coisas e histórias mal resolvidas dentro de mim (...)

Marisa Martins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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As pessoas que arranjem vida própria, porque assim seguramente não lhes crescerá tempo para inventar e reinventar a dos outros.
" Sei que para uma grande parte de pessoas existe um uma espécie de colisão nos seus cérebros quando lêem o que escrevo, ou quando me ouvem a dizer rigorosa e fielmente o que penso. Ficam chocadas por dizer isto ou aquilo, ou por dar a minha opinião sobre determinado tema. Há qu…
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" Sei que para uma grande parte de pessoas existe um uma espécie de colisão nos seus cérebros quando lêem o que escrevo, ou quando me ouvem a dizer rigorosa e fielmente o que penso. Ficam chocadas por dizer isto ou aquilo, ou por dar a minha opinião sobre determinado tema. Há quem me apelide de insensível, provocadora, má ou cruel. Muitas sentem-se ofendidas e vêem os meus comentários como algo perturbador porque no fundo reconhecem-se quando ataco ou satirizo determinado círculo de pessoas. Elas sabem que fazem parte desse circo onde a franqueza e frontalidade existem, mas apenas em teoria, porque na prática dizem sempre o que os outros querem ouvir nem que para isso tenham que ser aquilo a que eu chamo “vira - casacas”. São nada mais, nada menos do que pessoas sem autonomia mental, com ideias todas em cadeia, administradas e conduzidas entre várias pessoas, e ganham sempre as ideias de quem controla. "