Frase de Giovane Silva Santos
A novela da vida sem crítica Baby, Baby. Meu amor. A floresta. A praia. A curva dela. Pássaro cantador. Na verdade se mata. Águas poluídas. Arregaço de madeiras. Ave derradeira. Mulheres suicidas. Eu vivo clandestino. Não posso comentar na globo. A novela da vida sem crítica. É assim desde menino. Um cansaço descomunal. A ignorância se aloja. Ditado maneiras várias. Ela moça envolve se com a fúria. Esquece da sensibilidade. Uma maneira covarde. Tudo vira lamúria. Aruanas em lutas. Tietê em febre. O peixinho não resiste. Os miseráveis insistem. A amargura de uma lebre. Não há terreno que suporte o grito. Os campos estão aflitos. Eu me calo nessa poesia. Mas é o cotidiano que revela. A transa do brio e a injúria. Até quando as mazelas? Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde