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Frase de Thais Luz Loureiro

⁠Certa vez, disseram-me que eu nascera com uma profecia, destinada a despedaçar corações. Uma garota sem laços atados em seu coração, uma ilusão de diamantes, mas talhado em poucas camadas de gelo. Ao concretizar a profecia, senti meu coração quebrar; não havia notado que também estava fadada a me despedaçar.

Thais Luz Loureiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thais Luz Loureiro

⁠Oceano Conversávamos sobre seus poemas e poesias, segurando suas mãos, agradeci, herdei o dom de irradiar emoções com palavras. Somos silenciosos, mas com papéis e canetas escrevemos oceanos de sentimentos, e aqui, pensando em como você me suplicou para ser feliz, eu alago o n…
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⁠Oceano Conversávamos sobre seus poemas e poesias, segurando suas mãos, agradeci, herdei o dom de irradiar emoções com palavras. Somos silenciosos, mas com papéis e canetas escrevemos oceanos de sentimentos, e aqui, pensando em como você me suplicou para ser feliz, eu alago o nosso oceano com lágrimas, inundando o papel. Não sei se serei plenamente feliz como você espera, pai, mas ao seu lado, sempre estive e serei.

Em mim, habitam versões; sempre soube que não era a única habitante. A mente, que comanda o cabo de guerra entre viver e morrer, precisa de versões do meu ser. Distintas, algumas suplicam para viver e renascer, enquanto outras se dopam com a intenção de partir e perecer.
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Em mim, habitam versões; sempre soube que não era a única habitante. A mente, que comanda o cabo de guerra entre viver e morrer, precisa de versões do meu ser. Distintas, algumas suplicam para viver e renascer, enquanto outras se dopam com a intenção de partir e perecer. Não sou a única pessoa nessa mente caótica, mas sei que sou única em cada uma das versões que se manifestam em mim.

⁠O lar 422 Todos os dias eu passo por esta casa, belíssima em um tom azul caribe, encantada com as janelas brancas, recheadas com flores azuis e violetas no peitoril. Essa casa não é minha, e talvez nunca seja, mas em meus devaneios, quando o sono me escapa, eu me permito sonha…
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⁠O lar 422 Todos os dias eu passo por esta casa, belíssima em um tom azul caribe, encantada com as janelas brancas, recheadas com flores azuis e violetas no peitoril. Essa casa não é minha, e talvez nunca seja, mas em meus devaneios, quando o sono me escapa, eu me permito sonhar acordada. Em meus sonhos, sou criança, as dores atuais não me atingem, estou protegida por cerquinhas brancas que rodeiam a casa. A casa continua com a mesma aparência, familiar e acolhedora, agora em um novo lar, em frente ao mar de Zimbros, onde meu coração pertence. Vejo a família feliz e reunida, os cachorros correndo e latindo para os beija-flores, e sinto o inacreditável cheiro de Marlboro e Sampoerna menta, que traz o conforto do lar. Enfim me vejo com o amor da minha vida, minha mamãe, as duas boiando no mar cristalino, em silêncio, pois pensamos o mesmo. Somos almas gêmeas, mãe e filha, irmãs, independente, sempre destinadas uma a outra, meu coração é seu, somos nosso lar, uma casinha azul com janelas brancas. Pra sempre sua Luz, seu mar sereno, por vezes revoltoso, contudo, sempre trazendo a correnteza fluída, te amando com nossas águas cristalinas e luminosas em um dia de verão.

Sua ausência me insatisfaz, corrói aos poucos o amor frágil que temos em nossas mãos. Como é possível sentirmos o vazio da solidão se estamos emaranhados em nosso velho lençol azul. Este, que antes ardia com nossa paixão, agora se mantém congelado com as memórias, antes cálidas…
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Sua ausência me insatisfaz, corrói aos poucos o amor frágil que temos em nossas mãos. Como é possível sentirmos o vazio da solidão se estamos emaranhados em nosso velho lençol azul. Este, que antes ardia com nossa paixão, agora se mantém congelado com as memórias, antes cálidas e carinhosas. Ausência de algo prometido no passado, e não será recuperado no futuro.