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Frase de Nellynton Borim

Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.

Nellynton Borim

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠É um grande benefício da meditação identificar a maioria dos pensamentos derrotistas, ou sobre catástrofes pessoais, que não são verdade e provavelmente nunca vão acontecer. Perceber pensamentos assim, lhe dá a opção de deixá-los ir. Não tem haver com controlar a mente, é sobre estar atento e saber soltar.

O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente…
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O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente, e não apenas automático.

A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investi…
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A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investigar diretamente a experiência presente, sem projeções.

Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma…
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Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.