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Frase de Lucas S. Santos

Eu sou um silêncio, a inércia do universo, o vácuo, reverso ao som, O que é o silêncio? Um milagre? Pra alguns um dom. Posso ser tudo, mas sou um nada, sou um silêncio, nada além de uma possibilidade, complexo de entender, sou um nada, mas sou uma possibilidade, realidade abstrata, nada mais retrata senão a confusão, do nada, do silêncio. Sou um silêncio, sou algo, mesmo sendo nada.

Lucas S. Santos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Lucas S. Santos

⁠A verdadeira inovação não é apenas sobre criar tecnologia, mas também sobre garantir que a inteligência artificial beneficie a humanidade como um todo.
Olhe dentro dos meus olhos, e me diga o que vê. Sonhos? Um completo vazio? Ou a
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Olhe dentro dos meus olhos, e me diga o que vê. Sonhos? Um completo vazio? Ou a esperança de um feliz alvorecer? Se um dia puder eu ser, aquele que a felicidade a sua vida pode trazer, não me esconda, não fuja, me conte seus sonhos e divida sua felicidade comigo. Seja o meu porto seguro, seja a fonte de minha força, a vontade pra nessa vida vencer. Minha dor eu devo esquecer, o que passou passou, quero apenas seguir, poder livre pensar e sorrir, quando em minha mente sua imagem surgir.

Acho que já aprendi o suficiente, simplesmente por lutar contra o destino.
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Acho que já aprendi o suficiente, simplesmente por lutar contra o destino. Há quem acredite, há quem dele duvide, não sei se é esse o nome, não sei se tem endereço, mas tudo que me trouxe até hoje finalmente percebo, que foi só o que mereço. Vou olhar pra frente e isso somente, do passado, levo apenas a sabedoria adquirida, e nesse caminho de apenas ida, sigo , onde todos tem que sentir a dor da partida, da perda, triste história chamada, vida.

Sozinho em uma multidão, amarga e sem compaixão é a vida, solidão, a sina dos que somente não da vida recebem. O triste saber, do querer e não poder, do ser e não parecer, amanhã ou agora, a hora, o minuto, eu disputo todos os dias pelo breve amanhã, e somente nisso não estou só…
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Sozinho em uma multidão, amarga e sem compaixão é a vida, solidão, a sina dos que somente não da vida recebem. O triste saber, do querer e não poder, do ser e não parecer, amanhã ou agora, a hora, o minuto, eu disputo todos os dias pelo breve amanhã, e somente nisso não estou só. Do pó vim, pro pó voltarei, e tirando uma ou duas exceções, nada mais serei, senão uma memória, pó de estrela, daquelas que nunca brilhou, apenas sonhou, mas nada além de um sonho impossível alcançou.