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Frase de José Adriano de Medeiros

⁠Cratera Marginal Das profundezas da grande e exausta cidade, retalhada pelo descaso, pelos maus tratos e pelos desvios de caminhos, a vergonha re-rompe-se a cada instante. Essa vergonha co-rompe e figura como os baldios terrenos, ruas, avenidas e estradas viscinais ou arteriais de uma pulsante e safenada metrópole. Enquanto isso, paradas, desvios e rodopios são executados diariamente para escapar das rasteiras e dos tropicões que todos estão sujeitos, seja no início, meio, do trajeto ou no seu final. Um final que nunca cessa a paranóia de estar prestes a cair em uma nova ou qualquer outra velha cratera marginal.

José Adriano de Medeiros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de José Adriano de Medeiros

"Enquanto, muitos desistem e choram, eu insisto, mesmo chorando, mas não desisto"
Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu, rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada, imaginando o beijo que a gente não deu.
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Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu, rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada, imaginando o beijo que a gente não deu. E quem sabe eu chegue inteiro, sem a metade do meu coração, que é seu.