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Frase de Márcio Souza

TAÇA DA AMARGURA. Márcio Souza Quebre a sua taça da amargura, Expulse do seu peito essa tristeza, Jogue fora e delete as loucuras, Encha a vida de alegria e de beleza. Quebre o seu copo do veneno da ilusão, Dê um basta à sua nostalgia, Arranque a sua dor dessa paixão, E enche de amor esse pobre coração. Esqueça suas tristes desventuras, Esqueça seus sonhos ou utopias e devaneios, Pois as dores de amor é com novo amor que se cura, Nada é o fim, sempre haverá novo começo, outro fim e outro meio. Em cada taça de amargura ou de alegria, A cada taça vinho um novo aroma e sabor, Faça da vida o aconchego do seu dia, Numa feliz busca da paixão e do amor. A vida passa, a vida corre, o tempo urge, Mesmo que tenha lhe deixado ou ido embora, Sempre na vida quando um se vai, o outro surge, Nunca mendigue, o amor é sentimento e não esmola. Jogue ao vento os pedaços dessa taça, Busque na alma com sua força aguerrida, Pois não há mal, que o bem não se refaça, Respire fundo, abra coração e saia pra vida. Márcio Souza. (Direitos autorais reservados)

Márcio Souza

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes,
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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza