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Frase de Deborah Strougo

Adoro essas pessoas loucas, desnorteadas instantaneamente, que decidem de um segundo para o outro sair viajando por aí em busca de compromissos diferentes. Sempre vivi de um jeito só, tão calmo e sem sal, sem sair pelas ruas desconhecidas ou algo do gênero. Estive sempre presa entre minhas quatro paredes por todos estes longos anos, sem ter minhas desventuras em série, nem ao menos uma única vez. Mas hoje tenho uma maior liberdade, e o medo de ir e não achar o caminho de volta se foi, pois já não ando mais sozinha pelas estradas escuras. Nas noites cariocas lá estou eu em plena madrugada andando pela cidade, às vezes até pegando um carro ou um ônibus e indo para Teresópolis ou quando o dinheiro está no cartão: um avião com destino à Gramado. Por que não se aventurar pelo mundo? Depois de tanto tempo naquela mesmice angustiante, o melhor agora é se jogar de abismos, mas se você vai se espatifar no chão ou criar asas pra voar, fica à custa de sua imaginação.

Deborah Strougo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Deborah Strougo

Fim. A intolerância alcançou o amor. As brigas eram mais constantes que os abraços. A obrigação ultrapassou a vontade. Não existia mais saudade. A repetição se instalou. As mãos se entrelaçavam nas ruas. Os beijos do amanhecer faziam cosquinha. Ter companhia era um prazer. Felici…
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Fim. A intolerância alcançou o amor. As brigas eram mais constantes que os abraços. A obrigação ultrapassou a vontade. Não existia mais saudade. A repetição se instalou. As mãos se entrelaçavam nas ruas. Os beijos do amanhecer faziam cosquinha. Ter companhia era um prazer. Felicidade incorporada em dois corpos. Os carinhos eram sinceros e delicados. Olhos diziam tudo. Havia sentimento. Era uma vez um casal feliz..

Ontem eu pensei nela Chorei pelos olhos de mel Que nos avisaram de sua ausência
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Ontem eu pensei nela Chorei pelos olhos de mel Que nos avisaram de sua ausência E de saudade a gente vive. Não sou de samba, nem carnaval Sou de palavras sem ritmo Uma bagunça de letras Que em um poema tentam se encaixar. Mas quando penso nela Não tenho vocabulário E os olhos de mel que, um dia, admirei Hoje, nem em sonhos os encontro. O tempo passa como um furacão Mas não há nada que a tire de mim A menina dos olhos bonitos Por quem ontem eu chorei.

Em minha cabeça se instalou a utopia Sentimentos que materializei sem permissão Imagem de cenas que não vivia
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Em minha cabeça se instalou a utopia Sentimentos que materializei sem permissão Imagem de cenas que não vivia O que há de errado, afinal, com meu coração? Há coisas que não entendo E apesar da minha quebra Eu não me sinto como se estivesse sofrendo Muito menos a dor de uma queda. Não dói Não me alegra Apenas me corrói Me entrega. E é de poesia que vou vivendo Num mundo onde a imaginação está vencendo A realidade não revigora Pelo menos, não por agora. Músicas tristes no começo do dia Influenciam meu humor Apesar dessa utopia Que criei a partir do meu rancor. E este é o meu segredo Tentando me perder no meu mundo paralelo A cada dia acordo mais cedo Tentando entender o inexistente elo.

Vá fingir em outro lugar Que aqui não tem espaço para suas mentiras. Não há canção mais bonita que vá me desmanchar
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Vá fingir em outro lugar Que aqui não tem espaço para suas mentiras. Não há canção mais bonita que vá me desmanchar Muito menos um beijo nessas noites frias. Hoje não ficarei em cima do muro Prefiro o que está claro ao escuro. Não tenho a intenção de trocar a certeza pelo embaçado Quanto mais as palavras de amor pelo calado. Em uma poesia de meia-noite Jogo minhas intenções com a força de um açoite. Que doa o suficiente para esquecer Tudo o que se passou e o que poderia acontecer. Busco a paz em meu coração novamente Agora, use a sensatez e vá embora Que não quero ninguém que mente.