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Frase de Paula Monteiro

Soneto in Nuvens da saudade Inquieto-me no silêncio da solidão Às margens desse mar imenso de saudade Os segundos vão passando lentos vestidos de ilusão Numa alma penada afogada na fragilidade . Pobre de mim! Moro no vagar do cansaço Vivo aprisionada numa euforia quase calada Em que os dias passam lentos faltando um pedaço Vendo minha nuvem de sonhos sendo velada . Acho que o vazio não desistiu de ficar Nessa espera triste de um dia inda poder te encontrar Assistindo de perto meus olhos flutuando . Quem sabe um dia essa vontade cessa E o alívio chegue depressa Nesse meu coração tão cansado de chorar.

Paula Monteiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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E enquanto a inveja não dorme só a nos vigiar... Deus em silêncio vai nos ensinando a ignorar. Deixa estar!