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Frase de Pedro Bial

Amor de amigo é coisa engraçada! É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de namorado... Amor de amigo é amor que completa a gente. Um amigo não precisa estar com a gente o tempo todo, porque amor de amigo vence a distância. Amigo que é amigo mesmo pode até ter outros amigos, porque amor de amigo nunca acaba. Ele se multiplica. Tem amigo de tudo quanto é jeito: de infância, da escola, de bairro, de igreja, de faculdade, de internet, amigo de amigo... Tem amigo até que a gente nem lembra de onde veio. E cada um deles tem um espaço guardado na memória e no coração. Amigo é amigo porque está presente nos momentos mais importantes da vida da gente: o primeiro beijo, a primeira festa, a aprovação no vestibular, um picnic sábado à tarde, um dia de praia, ou até um almoço de domingo. Aos meus amigos, a todos eles, eu desejo que conquistem cada vez mais amigos. Porque amor de amigo não se cansa de amar.

Pedro Bial

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Pedro Bial

Se ver no outro, é voltar-se para si mesmo.
Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar…
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Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar certo, é assim para todo mundo.

Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados?
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Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados? Quem, com um soluço, nos faz desmontar em lágrimas? Com um sorriso, faz o dia mais cinzento brilhar como só num impossível caribe? Quem mora na nossa cabeça, como um ocupante bem-vindo e eterno? Quem nos mostra, com todas as letras, que não somos nada, não servimos para nada, além de servir? Quem, com uma nota baixa, consegue despertar nossa fúria? Com um biquinho, acaba com nossa marra? Quem nos criva de preocupações? Nos rouba noites de sono, por uma palavra não dita, pelo telefone que não toca? Quem nos faz acordar antes do sol, para que não se perca a hora de dizer, sem falta: presente!? Quem nos reapresenta à vida e nos faz ver o mundo como se fosse pela primeira vez, de novo? Quem nos revela nossa velhice e decadência? Por quem seríamos capazes de morrer? E ainda assim, quem nos faz imortais?