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Frase de Salomão B. Miguel Domingos

⁠O Duelo do Crepúsculo Quando a luz e as estrevas se acercam, eis que o firmamento estremece. No alto dos céus, onde o dia já não reina e a noite ainda não impõe o seu domínio, Ergue-se o véu onde o sol e a sombra travam combate sagrado. De um lado, o brilho ardente, como espada incandescente, Que rasga as trevas e fere o abismo. Do outro, a noite, senhora do silêncio, Que se insinua como névoa, envolvendo tudo em seu mistério. Nasce então a hora onde o mundo se curva, Quando o tempo suspira e cessa a sua marcha, E a luz, altiva, enfrenta o olhar profundo da escuridão. Não há temor entre os dois, mas respeito e destreza, Como antigos rivais que, na mesma arena, medem forças. O fulgor do sol tremeluz na fronte da treva, E as estrevas, de manto pesado, contêm o seu avanço. Naquele instante, em que a luz se embate com o negro firmamento, O cosmos retém o fôlego, e cada estrela cessa o seu brilhar. É o momento da verdade — o instante em que o claro e o escuro Partilham o trono do infinito, onde nem a aurora reina, Nem a noite absoluta prevalece. Eis o prodígio de forças iguais que se entrelaçam, Pois quando a luz e as estrevas se unem, É nesse duelo que se gera o equilíbrio do mundo. Lisboa, 15 de Outubro de 2024

Salomão B. Miguel Domingos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento m…
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⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança. Lisboa, 11 de Novembro de 2024

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e…
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⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e a mulher possuem a capacidade de moldar o seu próprio futuro. Não permita que as emoções predominem sobre a razão; seja ponderado, adote uma postura racional e esteja atento aos sinais que a vida lhe apresenta." Lisboa, 15 de Novembro de 2024

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narc…
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⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narcisistas. Sê prudente e contempla o Altíssimo, pois, a seu tempo, Ele te justificará." Lisboa, 2 de Novembro de 2024

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundame…
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Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundamentais, tais como o direito ao voto. Promovem-se eventos eleitorais — a “festa da democracia”, quer em eleições gerais, quer legislativas — e, ainda assim, não se respeita rigorosamente a vontade popular na eleição do Presidente da República (...), anulando, desta forma, a soberania popular. Se a intenção é permanecer no poder ao arrepio da vontade do povo, não seria mais coerente declarar-se um Estado de orientação Comunista, onde o monopartidarismo prevalece? Lisboa, 27 de Outubro de 2024