Frase de Richerlan Figueiredo
Soneto Desesperançoso Oh, quem dera sair desta esfera!... Poder ir adiante e ver o que me espera. Oh, como almejo a sorte de poder entender a morte! Quiçá imagino nem morto tal sorte... Ah! Pudera eu, avocar a mim os segredos de minh’alma! Calar esse macabro rangido, estridente que não encontra a calma. É numa latrina que contrito componho estes versos É aqui esturrado que tento interpretar meus “eu” complexos! Estrepo-me com esmero — não me admito desvelar! Confunde-me pensar não mais poder-me ilibar... Não há indulto... ao final sinto terminar neres... Em descalabro às ruas vou passando sempre um estranho Sinto, não há liberdade — o mundo não é tamanho! Espero senhor Deus, agir um dia como queres!...
No pensador.ai desde