Frase de Hysheller
Sabe aquela pessoa que deu errado? Aquela que você queria que fosse? Às vezes você lembra... Não porque queria que fosse ela, mas porque foi quando você estava mais cheio amor.
No pensador.ai desde
Sabe aquela pessoa que deu errado? Aquela que você queria que fosse? Às vezes você lembra... Não porque queria que fosse ela, mas porque foi quando você estava mais cheio amor.
No pensador.ai desde
Olhei no fundo dos olhos dela e disse: "Não quero me ferir de novo, eu já me feri tanto... Sabe?, quero que seja uma rosa para mim, mas que não tenha espinhos." E no outro dia...
Olhei no fundo dos olhos dela e disse: "Não quero me ferir de novo, eu já me feri tanto... Sabe?, quero que seja uma rosa para mim, mas que não tenha espinhos." E no outro dia... -Ela me abraçou com seu perfume.
Minhas palavras me cortam, mas ainda assim as escrevo para não sentir dor. Então me pergunto: sou apenas eu quem sangra ao ler o que escrevo, ou aqueles que leem sangram mais do que eu?
Você será odiado por saber e perceber demais, mas não fique calmo ou ache-se esperto. Às vezes quem vai te odiar, é quem mais você ama.
Do Silêncio Não Compreendido Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça, levando consigo não só um presente,
Do Silêncio Não Compreendido Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça, levando consigo não só um presente, mas o que havia de mais sincero em seu peito. Chamou ao portão. E não foi ela quem surgiu, mas outra presença, silenciosa… e suficiente para que ele entendesse. E então soube. Não por palavras, pois nenhuma lhe foi dada, mas por aquela dor que fala sem voz. Baixou a cabeça. Recolheu o gesto. Guardou o presente que já tinha destino. E partiu. Na praça, sentou-se em silêncio. E, dentro de si, perguntou: “Por que aquilo que é verdadeiro não encontra lugar?” E o mundo… nada respondeu. Os dias passaram, e ainda assim seus olhares se cruzavam. Mas onde antes havia leveza, agora havia silêncio. A moça, em sua própria confusão, não entendia o que se passava. E, sem saber, afastou o que não soube ver. Perdeu… sem perceber. E o rapaz, mesmo ferido, voltou. Não por orgulho, nem por certeza, mas porque o amor ainda vivia nele. Aproximou-se mais uma vez. E encontrou… silêncio. Então compreendeu. Que o amor não se força. Não se explica. Não se pede. Se não é visto, pesa. Se não é sentido, se apaga. E se não é recebido… se vai. E assim, o rapaz partiu. Não destruído, mas mudado. Pois há dores que não quebram , apenas mostram ao homem o que ele não queria ver: Que nem todo amor permanece. E que, às vezes… amar é saber ir embora.