Pular para o conteúdo

Frase de Myrtes Mathias

BILHETE A PAPAI NOEL – Pede a Papai Noel... E eu pedi. Pedi boneca, pedi livros, pedi viagens, pedi um príncipe... Aprendi a escrever para escrever-lhe, ingrato velhinho, mas você nunca se lembrou de mim: não ganhei a boneca, nem livros, nem viagens, nem príncipe. Nada... Só deixou no meu sapato essa tristeza triste de saber que você está muito velho para subir morro. Papai Noel, você devia ser criança pobre para ver como morrem as ilusões. Ver como se desmoronam os castelos até restar somente essa tristeza triste. Se você pudesse ver as almas... Mas é melhor assim. Ignorando-as, poderá continuar a mentir, a distribuir ilusões, a oferecer sonhos, a brincar de você mesmo.

Myrtes Mathias

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Presente para o menino

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Myrtes Mathias

Escreve em Mim Senhor, aqui está minha vida, não como um documento já preparado
Continuar lendo

Escreve em Mim Senhor, aqui está minha vida, não como um documento já preparado à espera da Tua rubrica. Apenas uma folha de papel em branco a ser preenchida com a vontade Tua, com os planos Teus. Por favor, Senhor, pensa em minha insuficiência, considera minha dificuldade de compreender e escreve com tintas vivas, nítidas, de tal maneira que me seja impossível confundir ou duvidar. Quero sair agora, ainda hoje, se possível for, a mostrar ao mundo o que escreveste em mim, a provar aos homens que Tu és o Autor. Que a mais simples criança possa ler-te em mim e que o mais sábio dos homens possa reconhecer em cada gesto meu o traçado dos eternos dedos Teus. Diante desse mundo que se desintegra, desta sociedade que exige cada vez mais, quem sou eu para escrever primeiro e pedir depois a Tua aprovação? Estende a mão que gravou no Sinai a Santa Lei, que escreveu na areia uma mensagem até hoje desconhecida e, para o bem do mundo, para glória Tua, para paz de minha alma, escreve na folha em branco de papel que eu sou, a palavra que és Tu mesmo: AMOR!

Em MEU IRMÃO MAIS VELHO, ela diz: “Tiraram-lhes a liberdade de culto, o direito de abrir as portas do templo, para cantar louvores ao Criador, para buscarem junto o consolo da prece em comum, da meditação nas santas promessas, remédio para um coração em pedaços, da Pátria escravi…
Continuar lendo

Em MEU IRMÃO MAIS VELHO, ela diz: “Tiraram-lhes a liberdade de culto, o direito de abrir as portas do templo, para cantar louvores ao Criador, para buscarem junto o consolo da prece em comum, da meditação nas santas promessas, remédio para um coração em pedaços, da Pátria escravizada. Não mais a alegria de contar, à futura geração, a história daquele outro menino, que nasceu numa manjedoura, conversou com doutores, e brincou nas ruas de Nazaré. Que bom lembrar-te Jesus, como meu irmão mais velho. Distribuindo entre nós tão menores a herança tua por direito. (...) Meu irmão, eternamente jovem, infinitamente forte, todo Amor: Obrigado, pela parte na herança, pelo lugar na família, e pelo doce nome de CRISTÃO.